Blogger news

Construindo uma Alagoinhas mais segura!!!"....

Apesar de líder do governo anunciar volta da PEC 300, parlamentares desconfiam

 
Lívia Francez

Como parte das promessas feitas aos operadores de segurança, o líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n° 300/08 deve ser votada ainda na próxima semana, logo após a votação da partilha do Fundo Social do Pré Sal. Os defensores da proposta, no entanto, acreditam que a votação vai ser protelada ainda por mais tempo.

Em discurso no plenário da Câmara, o deputado federal Capitão Assumção (PSB-ES) pediu o retorno da PEC 300 à votação, já que a maioria dos parlamentares seria favorável a isso. Para ele, o parlamento brasileiro está sendo desmoralizado nacional e internacionalmente por conta da demora da votação da matéria, que foi paralisada em primeiro turno.

O deputado Vaccarezza, em entrevista à Rádio Câmara, condicionou a votação da PEC 300 à do Pré-Sal. Enquanto a matéria não entra em pauta, os parlamentares favoráveis a ela continuam a esvaziar as sessões de outros projetos e Medidas Provisórias.

Apesar de todas as promessas feitas aos operadores de segurança pública, a votação da PEC 300 continua a ser adiada. O temor dos parlamentares que compõem a Frente Parlamentar em Defesa dos Militares (Fremil) é que a votação seja transferida para depois das eleições, já que diversas manobras foram feitas nesse sentido.

O mandado de segurança impetrado pelo deputado no Supremo Tribunal Federal (STF) já está tramitando e, caso a sentença seja favorável, a votação pode ser convocada a qualquer momento.

O mandado tem a relatoria do ministro Gilmar Mendes, que enviou instrução à Câmara pedindo informações ao presidente da Casa sobre a matéria. O ministro determinou também que fosse dada ciência do pedido à Advocacia Geral da União (AGU) para que o processo possa ser conduzido e, de posse das informações, reúna condições para apreciar o pedido de liminar.

A decisão de recorrer ao Supremo partiu de Assumção, que, ante a protelação da votação da matéria, resolveu recorrer a instâncias superiores do Judiciário federal na tentativa de corrigir o erro de se interromper a votação da PEC dos policiais em primeiro turno. Segundo ele, não há notícia de outras votações interrompidas da mesma maneira.

Piso

A PEC 446 estabelece piso salarial nacional de R$ 3,5 mil para soldados e R$ 7 mil para oficiais, extensivo a todos os policiais civis, policiais e bombeiros militares do País. A aprovação da medida no primeiro turno depende da apreciação de quatro destaques, todos de autoria de deputados governistas. Os parlamentares da Frente pró-PEC questionam esses pontos. Acreditam que eles descaracterizam a proposta inicial. O primeiro pretende excluir da emenda o valor nominal do piso salarial.

A redação desse trecho no texto foi pensado como maneira de assegurar uma implementação imediata do piso a todos os militares do País. No entanto, a estratégia do governo é justamente em sentido contrário. Os governistas querem apagar esse trecho e definir a fixação do piso a partir da criação de uma lei específica.

SeculoDiario.com - Espírito Santo mais forte na internet

PEC 300: mobilização 6 e 7 de julho

 

 

Nos dias 6 e 7 de julho haverá convocação de todos os parlamentares para se votar propostas antes do recesso. Vaccarezza tentará impor o pré-sal antes da PEC 300 para esvaziar a sessão depois de votada a matéria de interesse do governo. Cabe a todos nós mobilizarmo-nos no sentido de alertarmos aos nossos parlamentares nos estados a se fazerem presentes, tanto quanto solicitarem a inversão de pauta. Vota-se primeiro a PEC 300 e depois o pré-sal. A nossa presença nesses dias é imprescindível pois fará a diferença, como sempre fez.

Fonte: Capitão Assumção

PEC 300 – CONVOCAÇÃO MANIFESTAÇÃO

 VAMOS NESSE 2 DE JULHO PARA AS RUAS PEDINDO A APROVAÇÃO DA PEC 300

As manifestações em favor da PEc 300 desde março d0 ano corrente tornaram uma marca de todas as policias do Brasil e como não pode ser diferente nós Policiais e Bombeiros baianos também marcamos nossas presenças em diversos momentos. Como 2 de Julho marca a independência da Bahia e marca também a luta que nós militares tivemos nessa data, nada mais justo do que irmos para as ruas pedir a aprovação imediata da PEC 300, pedirmos uma postura mais correta desse Governo com seus heróis, que nos momentos mais difícieis estão na linha de frente, no combate ou na ajuda de pessoas que sofrem com as ações da natureza, que por ações inresponsáveis dos Governantes deixam que as construções e ações sejam danosas ao meio ambiente…

Lula participará do desfile após assistir o jogo do Brasil ao lado de Wagner


O cortejo do 2 de Julho, data maior da Independência da Bahia, terá um significado maior este ano: marcará a despedida do presidente Lula da festa enquanto presidente da República. Um encontro marcante com a Bahia e os baianos. Lula desfilará ao lado do governador Jaques Wagner e, após o cortejo, que este ano terá sua largada antecipada em função do jogo do Brasil contra a Holanda, assistirá à partida no Palácio de Ondina, ao lado do companheiro de longas jornadas, governador Wagner. A vinda de Lula foi praticamente definida ontem, restando pequenos ajustes na programação, mas o próprio presidente fez questão de dizer que gostaria de estar entre os baianos e reafirmar seu amor por essa terra no 2 de Julho. (Tribuna)

 


PEC 300 JÁ!!!

“EU ACREDITO, NÓS MERECEMOS”

Policiais provocam tumulto ao pressionar por aprovação de piso salarial

 

Policiais pressionaram pela aprovação de piso salarial da categoria e geraram tumulto na Câmara. A manifestação ocorreu, nesta quarta-feira, no corredor de acesso à sala da Liderança do Governo. Dezenas de policiais civis e militares cobraram do líder Cândido Vaccarezza (PT-SP) a imediata votação das propostas de emenda à Constituição (PECs 300/08, 340/09 e 446/09) que tratam do piso salarial para os policiais e bombeiros. A Polícia Legislativa chegou a ser acionada para conter os ânimos exaltados.


Apesar do tumulto, Vaccarezza disse que não houve agressão. "Eles estavam gritando lá fora. Eu passei entre eles. Não houve nenhuma agressão física comigo. Eu fui falar com eles porque eu acho que, aqui na Câmara, uma autoridade não pode se acovardar. Eles estavam exaltados e eu fui dizer qual era a posição do governo.”


Definição posterior


Vaccarezza disse que o governo defende a aprovação da proposta, mas com uma nova redação. O texto garante o direito de um piso salarial para policiais e bombeiros, mas o valor e os detalhes do fundo de onde sairão os recursos somente seriam definidos em um futuro projeto de lei complementar.


Esse projeto será enviado ao Congresso Nacional 180 dias após a promulgação da emenda constitucional. O líder do governo lembrou que a aprovação de uma PEC precisa dos votos favoráveis de, pelo menos, 308 deputados e explicou os motivos que dificultavam a apreciação da matéria nesta quarta-feira.


"O governo tem uma redação e tem acordo. Eu quero votar o pré-sal e a PEC 300. O presidente da Câmara, Michel Temer, está viajando e quer votar esses temas com a presença dele”, ressalta o deputado. Ele disse que o governo não vê problemas na nova redação da PEC 300/08. “Mas isso é um assunto do Colégio de Líderes e não está na pauta para hoje. A obstrução, não somos nós que estamos fazendo. É a oposição que está fazendo. E há poucos deputados na Casa", acrescenta.


Pressão será mantida

 
O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Rio de Janeiro, Fernando Bandeira, procurou minimizar o tumulto e garantiu que a pressão sobre os parlamentares será mantida até a votação da PEC. "Nós estamos aqui quase toda semana, acompanhando junto às comissões, junto às lideranças do governo e da oposição e chegamos até a abrir mão de vários benefícios da PEC 300”, observa.
“O compromisso do governo era votar agora, dia 16. Fechamos o acordo na semana passada e hoje estamos aqui com centenas de companheiros do Brasil todo e vamos continuar vindo aqui até aprovar. Houve pequenos tumultos aqui, mas a gente espera que isso seja contornado."

Primeira Edição

Convenções partidárias atrapalham votação do Pré-sal e PEC 300

 

Ainda não há previsão de sessão extraordinária para votação de outras matérias.

Ag. Câmara 


As sessões ordinárias do Plenário estão trancadas por sete medidas provisórias nesta semana. Entre elas, a MP 484/10, que autoriza a União a transferir R$ 800 milhões a 11 estados no âmbito do Programa Especial de Fortalecimento do Ensino Médio, criado pela própria MP.

O Plenário terá sessões ordinárias a partir de terça-feira (29). No entanto, por esta ser a última semana para realização de convenções partidárias regionais, existe a possibilidade de baixo quorum, o que inviabilizaria a votação de matérias polêmicas, como as mudanças feitas pelo Senado na regulamentação do pré-sal (PL 5940/09) e o novo texto da proposta de piso salarial para os bombeiros e os policiais militares dos estados (PECs 446/09 e 300/08). Ainda não estão previstas sessões extraordinárias para analisar esses temas.

Ensino médio


Além de permitir a transferência de R$ 800 milhões para o ensino médio, a MP 484/10 prevê outros R$ 800 milhões para todos os estados. Sua distribuição obedece aos critérios de rateio do fundo de participação (FPE), como ajuda emergencial devido à queda da receita provocada pela crise econômica.
O reforço temporário para o ensino médio atenderá a estados das regiões Norte e Nordeste que apresentaram valor anual gasto por aluno inferior ao valor médio encontrado para essas regiões, segundo cálculos do Fundeb.


Participarão do programa Sergipe e Rio Grande do Norte, além dos nove estados que, pelo Fundeb, recebem normalmente complementação da União para os ensinos fundamental e médio (Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí).


Brasil 2016


Também estão na pauta duas MPs sobre a organização das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro. A primeira delas (488/10) cria a empresa Brasil 2016 para prestar serviços de elaboração e revisão de estudos e projetos relacionados às Olimpíadas. A segunda (489/10) autoriza a União a participar da Autoridade Pública Olímpica (APO), que coordenará as ações governamentais dirigidas aos Jogos Olímpicos. Participarão ainda do consórcio os governos do estado e do município do Rio de Janeiro.


Confira as outras MPs que trancam os trabalhos:

- 483/10, que dá status de ministérios a quatro secretarias especiais vinculadas à Presidência da República;
- 485/10, que abre crédito extraordinário para o Ministério da Educação, os estados, o Distrito Federal e os municípios, no valor global de R$ 1,6 bilhão;
- 486/10, que abre crédito extraordinário para órgãos do Poder Executivo, no valor total de R$ 1,4 bilhão; e
- 487/10, que amplia o limite de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinados à compra e produção de bens de capital e à inovação tecnológica.

Rondônia Dinâmica - [2008]

Vaccarezza descarta votações em plenário na próxima semana

 

Vaccarezza: convenções partidárias impedirão votações em plenário

O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), descartou hoje a possibilidade de votações pelo Plenário na próxima semana, por conta dos prazos finais das convenções partidárias que definirão os candidatos às eleições de outubro.

Ele afirmou que um esforço concentrado será feito nos dias 6 e 7 de julho. Devem ser votados os projetos do pré-sal (PL 5940/09) e da proposta de piso salarial para policiais e bombeiros dos estados, tema de duas propostas de emenda constitucional (PECs 300/08 e 446/09).

A votação da PEC 300/08, no entanto, depende da manutenção do acordo fechado pelo governo, que retira do texto o valor do piso salarial, deixando a definição para um fundo criado por uma lei complementar a ser editada após 180 dias da promulgação da emenda, disse Vaccarezza. “Se mudarem a redação, o meu esforço vai ser para parar a votação da PEC 300”, disse.

Outros reajustes
O deputado afirmou acreditar que não será possível votar o reajuste dos servidores do Senado Federal até o dia 2 de julho, prazo final para que possa valer ainda neste ano.

Segundo Vaccarezza, é preciso rediscutir também o plano de carreira dos funcionários do Judiciário e Ministério Público (PL 6613/09). O texto, que aguarda votação na Comissão de Finanças e Tributação, prevê um aumento de até 56%, valor considerado inviável pelo líder do governo.

“É preciso ver a defasagem e corrigir, mas não é razoável um reajuste muito acima da inflação. O caso do Judiciário é mais complexo, porque eles fazem uma re-estruturação das carreiras, com aumentos bastante significativos para alguns”, afirmou.

Salário mínimo
Em relação ao salário mínimo para 2011, Vaccarezza afirmou que é preciso manter o acordo feito com centrais sindicais sobre a política de reajuste do mínimo, que garante aumento pela inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) em relação ao ano anterior.

Na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias, o relator, senador Tião Viana (PT-AC), propôs alterar a regra de cálculo para que o salário mínimo em 2011 seja de R$ 550, em vez dos R$ 535 previstos no texto original da LDO enviado pelo Executivo.

Reportagem – Keila Santana/Rádio Câmara
Edição – Ralph Machado

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Polêmica

Câmara não deve votar propostas de reajustes na semana que vem, diz líder do governo

BRASÍLIA - O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), defendeu nesta quinta-feira que não sejam votadas na próxima semana, na Câmara, as propostas de reajuste dos servidores do Senado , com impacto de cerca de R$ 500 milhões ao ano, e ainda do Poder Judiciário, com impacto de R$ 6,4 bilhões. Vaccarezza disse que é favorável ao aumento dos servidores do Senado, mas acredita que poderiam ser feitos "ajustes" no índice de aumento, que é de 25% em média. Mas Vaccarezza é radicalmente contrário à votação do reajuste do Poder Judiciário, pois considera exagerado um aumento médio de 56%. ( Leia mais: Equipe econômica critica salário mínimo maior )

Vaccarezza disse que, na próxima semana, não deve haver votações na Câmara, embora haja a expectativa de que o projeto relativo ao Senado seja colocado em votação. No início da semana, o governo sinalizou que, se aprovado, seria sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva porque há previsão orçamentária. Mas o governo não quer a aprovação do aumento do Judiciário. Essa discussão se transformará numa corrida contra o tempo, porque não podem ser dados aumentos salariais ao funcionalismo três meses antes da eleição.

- Sou favorável de votar e sancionar (o do Senado), mas com ajustes, porque não é razoável nenhum reajuste muito acima da inflação. Agora, no caso do aumento do Judiciário, o governo tem se pautado pela responsabilidade fiscal e não pode votar isso do jeito que chegou aqui. Acho que fica tudo para depois da eleição - disse Vaccarezza.

O líder disse que não deve ser votado nenhum projeto na semana que vem, por falta de quorum, devido às festas juninas. Para ele, as votações serão retomadas nos dias 6 e 7 de julho, com a votação da proposta do pré-sal e ainda a chamada PEC 300, que trata de piso salarial para policiais civis, militares e bombeiros. O governo quer aprovar um texto mais ameno para a PEC 300.

Fonte: O Globo

Brasília: tapas e empurrões por causa da PEC-300 - Gazetaweb.com

 

Lideranças estaduais pressionam para que primeiro turno seja votado nesta quarta-feira

DSC01387

 

  Gazetaweb- com Dulce Melo

Nesse momento, um bate-boca envolve militares e o líder do Governo federal, deputado Cândido Vaccarezza,em seu gabinete,na Câmara dos Deputados, em Brasília. Enquanto as lideranças estaduais propõem que o primeiro turno da votação da PEC-300 ocorra ainda nesta quarta-feira (16), o parlamentar sugere que os dois turnos só sejam colocados em votação na semana que vem. Antes, porém, houve agressões físicas entre agentes do Executivo e a categoria.

A Gazetaweb, com exclusividade, acompanhou, por telefone, o processo de negociação.


Representantes do Rio de Janeiro se disseram desacreditados, afirmando que se saíssem de Brasília sem a votação, “jamais colocariam os pés novamente na Câmara”. O presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS/AL), Wagner Simas, também entrou na discussão. “Deputado, somos pressionados em nossos estados e já não temos mais o que falar para os nossos militares”- disse Wagner Simas.


O impasse começou com o posicionamento do líder do governo, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). “Vocês sabem que não sou contrário à votação da trezentos. A votação dos outros projetos já foi iniciada e não há como votar a PEC de vocês hoje. Cada instituição tem uma liturgia e nós temos a nossa. Eu falo, vocês vaiam, não estou preocupado com vaias . Vou entrar em contato com o Marcos Maia, mas a minha proposta é a melhor. Eu tenho um acordo com Michel Temer, mas vou ver o que pode ser feito”- disse Vaccarezza.


A informação das lideranças militares é a de que o presidente da Câmara, em exercício, deputado Marcos Maia se colocou à disposição para acelerar o processo de votação, dependendo apenas da autorização do líder do governo.


“O Marcos Maia disse que se o Vaccarezza autorizar, ele coloca em pauta e convoca as lideranças. Vamos ficar aqui até uma hora da manhã, duas, mas não sem respostas”- disse o sargento Simas. Ele reafirma que o clima é tenso no Distrito Federal.

Fonte:  Gazetaweb.com

PEC 300 na voz do Brasil

LOC- ARNALDO FARIA DE SÁ, do PTB de São Paulo, lamentou a decisão da Câmara em adiar a votação da PEC 300 para início de julho. Ele espera ainda que a Casa dê celeridade na votação da PEC 308, que cria a Polícia Penal.


LOC- ARNALDO FARIA DE SÁ fez ainda um apelo aos líderes partidários para incluir na pauta de votação da Casa a proposta que amplia as competências das guardas municipais.


LOC- MARÇAL FILHO, do PMDB de Mato Grosso do Sul, considera insatisfatório o ritmo dos trabalhos na câmara e afirmou que existem matérias de grande importância para serem votadas. O deputado destacou a PEC 300, cuja votação em primeiro turno não foi concluída.


LOC- MARÇAL FILHO ressaltou que a segurança pública já foi um problema exclusivo dos grandes centros, mas atualmente, segundo o parlamentar, até as menores cidades do interior estão preocupadas com o aumento da criminalidade.


LOC- LINCOLN PORTELA, do PR mineiro, criticou declarações de representantes do governo federal de que se os parlamentares continuassem votando matérias que trazem despesas aos cofres da União não teriam participação no Orçamento. Ele classificou a ameaça de absurda.


LOC- LINCOLN PORTELA voltou a cobrar a votação da PEC 300, que trata do piso salarial para policiais e bombeiros e da PEC 308, que cria a polícia penitenciária, entre outras matérias que, na avaliação do deputado, visam melhorar a segurança pública no Brasil.


LOC- PAES DE LIRA, do PTC de São Paulo, criticou declaração do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza, de que a votação da PEC 300 pode ser adiada para o mês de julho.
LOC- PAES DE LIRA observou que as categorias beneficiadas pela proposta já estão cansadas de não verem cumpridas as promessas de que a matéria voltaria à pauta do Plenário e a votação concluída.


LOC- CAPITÃO ASSUMÇÃO, do PSB capixaba, lamentou a morte do soldado Dilson Carlos de Souza, que perdeu a vida num acidente de carro. Ele contou que o soldado era de Cachoeiro de Itapemirim e voltava de Guarapari, onde realizava um trabalho informal para complementar a renda familiar.
LOC- CAPITÃO ASSUMÇÃO lembrou que mais de 8

0 por cento dos agentes de segurança pública no estado fazem trabalhos informais para reforçar a renda, problema que, na visão do deputado, poderia ser minimizado com a aprovação da PEC 300.

 

PEC 300: STF usado como tapetão

Fonte: Correio Braziliense


Tribunal tem sido acionado com frequência por parlamentares na tentativa de reverter derrotas no plenário do Legislativo
Diego Abreu
Publicação: 23/06/2010 08:32
O reajuste salarial dos policiais militares e a partilha dos royalties do petróleo são dois projetos que tramitam no Legislativo e, se aprovados, dependerão de sanção do Executivo para tornarem-se lei [estava assim no original. Em PEC não há sanção presidencial]. No entanto, ambas as matérias podem ter desfechos definidos por outro poder: o Judiciário. Nos últimos anos, ações judiciais têm se tornado instrumentos cada vez mais comuns para questionar propostas do Congresso. Foi assim com a chamada PEC dos Vereadores que, em setembro do ano passado, criou mais de 7 mil vagas nas câmaras municipais. Uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) impediu que os cargos saíssem do papel: as novas vagas não poderiam contemplar vereadores que não foram eleitos.
O Ficha Limpa também ganhou contornos judiciais, mesmo depois de promulgado pelo Senado e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Coube ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidir pela aplicabilidade imediata da lei, que proíbe a candidatura de políticos condenados por decisão colegiada e confirmar que os condenados antes de a lei entrar em vigor poderão ter as candidaturas vetadas pela Justiça Eleitoral.
O lobby pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 300/08(1), que aumenta o salário de policiais militares, bateu às portas do Judiciário por meio de um mandado de segurança protocolado pelo deputado federal Capitão Assumção (PSB-ES). Ele pede que a Corte determine o retorno da PEC nº 300 para a Ordem do Dia da Câmara, para que a votação seja concluída. Na ação, o parlamentar pede liminar, sob o argumento de que houve violação ao Regimento da Câmara. Segundo o deputado, a votação não poderia ser interrompida depois da aprovação em primeiro turno. No STF, o relator é o ministro Gilmar Mendes, que pediu informações ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP).[...]

Capitão Assumção

PEC 300: Governo fecha a casa do povo com cadeado

Fonte: Site do CSCS

Ao chegar à Câmara Federal na manhã desta terça-feira (22/06), o presidente do Centro Social dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CSCS PM/BM-MG), Cabo Coelho, foi surpreendido com a presença de policiais federais e civis do Distrito Federal, que estão impedindo a entrada de trabalhadores da área de segurança pública na “casa do povo”. De acordo com Cabo Coelho, todos os acessos à Câmara estão bloqueados e estão liberando somente a entrada para os presidentes e alguns representantes das associações de policiais e bombeiros militares que estão em Brasília defendendo a Proposta de Emenda Constitucional de número 300 (PEC 300), que cria o piso salarial nacional para categoria.

“O que estamos vendo aqui hoje é uma vergonha, é o retrocesso. Os trabalhadores da área de segurança que aqui estão querem apenas acompanhar de perto o trabalho dos deputados e pressionar de maneira ordeira a aprovação da Pec 300. O governo vem nos enrolando há meses, nos fazendo de palhaço e hoje vem impedir o acesso dos trabalhadores no local onde deveria prevalecer a democracia. O governo, que se fez conhecido através das reivindicações classistas e manifestos, que inclusive tiveram a morte de trabalhadores no ABC Paulista, hoje inverte o cenário e blinda a Câmara Federal”, lembrou Cabo Coelho.

De acordo com representantes da categoria que permanecem na Câmara Federal, ao contrário do que foi publicado no Jornal da Câmara de hoje, o líder do governo Cândido Vaccarezza (PT/SP), pronunciou durante reunião na parte da manhã dizendo que a Pec 300 entrará na pauta desta terça-feira a partir das 18h. O presidente Cabo Coelho lembra que a pressão vai continuar, mas desacredita na palavra do Vaccarezza e do presidente da Casa, Michael Temer, que tem autonomia para inseri-la na pauta à qualquer momento, no entanto, enrola a categoria dos profissionais de segurança pública de todo o país há meses.

 

PEC 300 é estrangulada por

Vaccarezza

Assistam a esses dois vídeos e vejam que no primeiro vídeo, o líder do governo, Devaggarezza, (Presidente "de fato" da Câmara dos Deputados) afirma que iria votar a PEC 300 nessa quarta (23). No outro vídeo, afirma que não vai poder votar e responsabiliza as chuvas e as quadrilhas das festas juninas. Chuva só se for de dinheiro vindo de cuecas e meias dos solapadores que assolam esse governo mentiroso e quadrilha só se for a que é comandada pelo poder executivo onde esse líder é um dos capatazes.

Depois leia a matéria da Agência Câmara onde esse mesmo líder diz que só votará em julho. Ele é um grande farsante. Está montando o seu circo, a mando do chefe da quadrilha no executivo, para barrar a PEC 300 definitivamente. Esse fustigador dos trabalhadores de segurança pública não tem nenhum caráter.

Os trabalhadores de segurança pública já estão descontrolados e já não se sabe aonde irá parar toda essa manobra inescrupulosa comandada pelo chefe do picadeiro e líder do governo, e sob a vênia do Presidente da Câmara dos Deputados "de direito". Por favor, não acreditem nesse bando. Essa quadrilha faz qualquer coisa para se perpetuar no poder. Punguistas do poder é o que são. Só a nossa mobilização nos levará à vitória.

 

Fonte: Agência Câmara

 

Líder do governo: piso dos

policiais pode ficar para julho

O líder do governo (e filho de Gepeto), deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), declarou nesta segunda-feira que vai tentar convocar os parlamentares para votar na próxima semana as emendas do Senado ao Projeto de Lei 5940/09, que cria um fundo social com recursos do pré-sal. Porém, ele admitiu que a Copa do Mundo e o calendário de festas juninas podem empurrar para julho a votação dessa matéria e da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08, que estabelece um piso salarial para os policiais civis e militares e bombeiros dos estados.

Segundo ele, caso o jogo do Brasil pelas oitavas-de-final da Copa seja realizado na próxima terça-feira (29), a Câmara vai ser esvaziada, como ocorreu na semana passada. “Se houver jogo na terça, alguns parlamentares aproveitarão para não vir na quarta-feira, mas temos até o dia 15 de julho para votar o pré-sal, as medidas provisórias e a PEC”, declarou.

Vaccarezza avaliou que a Câmara vai analisar nesta semana apenas as medidas provisórias que trancam a pauta. “A vida está mostrando que nesta semana não poderemos ter votações importantes, porque houve muita chuva no Nordeste e as festas de São João tradicionalmente tiram os deputados da Casa”, disse.

Outras propostas que não sejam MPs podem ser analisadas em sessões extraordinárias, desde que sejam pautadas pelo presidente da Câmara, Michel Temer, após acordo com os líderes partidários.[...]

Até que ponto chegamos nessa democracia dos poderosos. Temos que conviver na Câmara Federal com um líder do governo, Devaggarezza, que é "o rei do blá-blá-blá", um sujeito mal caráter e profundamente desqualificado a ponto de mentir 24 horas por dia simplesmente para permanecer no poder amando de Lula. Essa hipocrisia desse puxa-saco de Lula está matando a oportunidade dos trabalhadores de segurança pública brasileiros de terem dignidade. Não ficará barato essa atitude obstinada de obedecer as ordens do Presidente Lula e de sua candidata Dilma: a de matar a PEC 300.

 

PEC 300 na revista Época

Fonte: Revista Época edição 631 I 21 junho 2010

 

Policiais em protesto

Por pouco a cena não repetiu o quebra-quebra organizado por integrantes do movimento dos sem-terra que tentavam forçar a entrada no Congresso Nacional em 2006. Só que agora eram cerca de 100 policiais, civis e militares. Eles queriam pressionar os deputados para aprovar a Proposta de emenda à Constituição (PEC)que garantiria um piso nacional de R$ 3.500 para a categoria. A PEC deverá ser votada na semana que vem, mas os deputados não pretendem incluir o valor do piso na Constituição

Fonte: Capitão Assumção

Juramento do Bombeiro e Policial Militar

 

"Ao ingressar na Polícia Militar do Estado de ***, prometo regular a minha conduta pelos preceitos da moral, cumprir rigorosamente as ordens das autoridades a que estiver subordinado e dedicar-me inteiramente ao serviço policial-militar, à manutenção da ordem pública e à segurança da comunidade, mesmo com o risco da própria vida".

 

SEM PEC SEM DIGNIDADE SEM DILMA SEM SERRA!!!

Garoto paraplégico que sonha em ser PM se emociona com presente de aniversário

 

Ele nasceu em um dos bairros mais pobres e com maior índice de criminalidade de Patos de Minas e ainda com hidrocefalia, doença que o impede de caminhar. Mas as dificuldades não corromperam o sonho de João Carlos de se tornar um Policial Militar. Às vésperas de completar 11 anos, o garoto escreveu uma carta que comoveu a todos. A surpresa veio nesta terça-feira (25), dia de seu aniversário.

A carta foi endereçada ao cabo Batista, o policial que faz a ronda em sua escola e com quem ele tem mais contato. “Meu maior sonho é ganhar uma roupa de policial com algema, rádio de comunicação, revólver (pode ser de brinquedo) e também dar um passeio pela cidade no carro da polícia”, confidenciou João Carlos ao policial.

O pedido sensibilizou os policiais da 86ª Companhia da Polícia Militar e a realização do sonho de João Carlos foi cuidadosamente preparado. Os policiais chegaram de surpresa. O encontro com o cabo Batista foi emocionante. Com os olhos em lágrimas, João Carlos se agarrou ao policial com toda a força. O abraço da alegria e da gratidão.

Ali mesmo no meio da rua Jesus de Nazaré, em frente à casa simples, João Carlos recebeu a farda, semelhante a da Polícia Militar, e todos os presentes idealizados em seus sonhos. A vizinhança inteira veio compartilhar o momento e comemorar o aniversário do garoto. A surpresa também teve direito a parabéns e bolo de aniversário.

A festa para João Carlos ficou completa com a realização do último sonho do garoto. Devidamente fardado, ele entrou na viatura da Polícia Militar e seguiu pelas ruas da cidade para tentar levar paz ao mundo violento em que vive.

Fonte: Patos Hoje - Autor: Maurício Rocha
Versão para Impresão

Jornal da Câmara

 

Presidência - Pré-sal e PEC 300 devem ser analisadas a partir da próxima semana, diz Marco Maia

O presidente interino da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), afirmou ontem que, a partir da próxima semana, deverão ser votadas pelo Plenário a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08, que garante um piso salarial nacional para policiais e bombeiros, e as emendas do Senado ao marco legal do pré-sal.
Essas também são a prioridade do Poder Executivo, segundo declarou o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). De acordo com o parlamentar, se não for possível derrubar a emenda que distribui os royalties do petróleo para todos os estados, modificando a atual destinação para os estados produtores, o governo poderá vetar a medida.
O deputado explicou também que o Executivo ainda vai decidir qual será a sua posição sobre as mudanças feitas pelo Senado na divisão dos recursos do fundo social que será formado com a arrecadação do petróleo extraído no pré-sal. O líder reconheceu, porém, que a semana será difícil, porque inclui os festejos de São João, os jogos da Copa do Mundo e a preocupação permanente com as eleições.
“Apesar disso, quero votar a PEC 300 e o pré-sal juntos. Primeiro o pré-sal, depois a PEC - na terça ou na quarta-feira”, ressaltou. Vaccarezza defende a aprovação de nova redação para a proposta sobre o piso nacional para policiais. “Naturalmente, essa redação não agrada aos representantes dos soldados, mas agrada aos soldados da base”, destacou.
Imprensa - O presidente interino da Câmara, Marco Maia, também negou ontem qualquer tentativa de censura à atuação, na Casa, de jornalistas ou integrantes de programas humorísticos. Marco Maia disse ter pedido orientação à assessoria da Câmara em razão dos diversos pronunciamentos de parlamentares sobre episódio envolvendo um deputado e uma jornalista na semana passada.
Uma jovem contratada pelo programa CQC, da Rede Bandeirantes, fez coleta de assinaturas de apoio a uma proposta fictícia de emenda à Constituição.
Maia destacou que a Câmara é a mais democrática das casas legislativas, à qual os jornalistas têm acesso irrestrito. “O que queremos evitar é que ocorram situações de agressão física, como foi nesse caso específico”, explicou.
“Tanto os jornalistas, quanto os parlamentares podem estar errados - o que interessa é construir alternativas que permitam uma convivência sadia entre os jornalistas, os deputados e as pessoas que vêm à Câmara constantemente”, afirmou.

Fonte: Jornal da Câmara

PEC 300: É matar ou morrer

 

Fonte: Jornal da Câmara


O líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), informou ontem ter chegado a um entendimento com o presidente Michel Temer e com os líderes do PMDB e do PT para que, na próxima semana, sejam realizadas apenas sessões extraordinárias, todas destinadas à votação dos projetos do pré-sal e da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 446/09, que estabelece um piso salarial para os policiais civis e militares e bombeiros.
Vaccarezza criticou a obstrução promovida pelos oposicionistas e negou que o governo busque protelar votações. “Não há duas conversas. Vamos votar a PEC. Quem quiser criar confusão que crie, mas não pense que vai ajudar”, disse.
Texto legal - Segundo o líder, o importante, em relação ao piso dos policiais, é alcançar um texto que seja legal e atenda à maioria do Plenário. “Não adianta aprovar ilegalidade, porque não prospera”, advertiu Vaccarezza. Ele reafirmou não ser possível fixar na Constituição um valor para o piso, nem criar um fundo sem regulamentá-lo, simplesmente passando a conta para União resolver.
Vaccarezza afirmou que o governo defende a aprovação da proposta, mas com nova redação. O texto garante o direito de um piso salarial para policiais e bombeiros, mas o valor e os detalhes do fundo de onde sairão os recursos somente seriam definidos em um futuro projeto de lei complementar.
Esse projeto seria enviado ao Congresso 180 dias após a promulgação da emenda constitucional. O líder do governo lembrou que a aprovação de uma PEC precisa dos votos favoráveis de, pelo menos, 308 deputados e explicou os motivos que dificultavam a apreciação da matéria na sessão de ontem.
Segundo Vaccarezza, a PEC não poderia ser votada por três motivos: baixo quórum, falta de deliberação dos líderes e ausência do presidente Michel Temer, que deseja estar presente no momento da aprovação. “O Brasil todo sabe da situação dos policiais, que têm salários muito baixos”, ressaltou o líder.
Tumulto - Policiais que pressionavam pela aprovação de piso salarial da categoria geraram tumulto ontem na Câmara. A manifestação ocorreu no corredor de acesso à sala da Liderança do Governo. Dezenas de policiais civis e militares cobraram de Vaccarezza a imediata votação das propostas que tratam do piso salarial para a categoria (PECs 300/08, 340/09 e 446/09). A Polícia Legislativa chegou a ser acionada para conter os ânimos exaltados.
Apesar do tumulto, o líder do governo afirmou não ter havido agressão. “Eles estavam gritando lá fora e eu passei entre eles. Não houve nenhuma agressão física.Fui falar com eles porque eu acho que, aqui na Câmara, uma autoridade não pode se acovardar. Eles estavam exaltados e eu fui dizer qual era a posição do governo.”

PEC 300: Paes de Lira desmascara Vaccarezza

Diante de muitas contradições na fala do líder Vaccarezza, Paes de Lira afirma que está sobrando grana para pagar bombeiros e policiais pois "Vacca" apregoava a todos que o governo vetaria o reajuste dos aposentados porque quebraria a nação e o Lula acabou abrindo as pernas.

VACAREZZA PEDE MENOS E FALA NO PLENÁRIO – DESSA VEZ ELE NÃO PODE DIZER QUE NÃO FALOU E AINDA TENTA DESQUALIFICAR NOSSOS REPRESENTANTES…

Capitão Assumção: PEC 300: Vaccarezza é acuado

 

 

Diante do eterno "embromation" do Presidente "de fato" da Câmara dos Deputados, Vaccarezza, agentes penitenciários, bombeiros e policiais enquadram o parlamentar no corredor e exigem dele que ele tome vergonha na cara e atitude de homem e que coloque para votar a PEC 300 e PEC308. Descaradamente, mais uma vez ele tentou fugir mas a pressão corpo-a-corpo dos trabalhadores de segurança pública fez a diferença.

Postado por Capitão Assumção Deputado Federal

 

Policiais fazem protesto na Câmara por piso salarial

 Porta de um banheiro feminino da Casa acabou sendo quebrada.
Manifestantes foram contidos por seguranças da Câmara.
Do G1, em Brasília

Policiais civis e militares de vários estados do país tentam invadir o corredor de acesso ao plenário da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (16) durante protesto em defesa da implantação de um piso nacional para a categoria. Eles foram retirados por
Policiais civis e militares de vários estados do país tentam invadir o corredor de acesso ao plenário da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (16) durante protesto em defesa da implantação de um piso nacional para a categoria. Eles foram retirados por (Foto: José Cruz/ABr)
Antes da confusão, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), conversa com policiais. No protesto, a porta de um banheiro feminino da Casa acabou sendo quebrada. Agentes penitenciários que querem incorporação ao serviço policial também ader
Fonte: G1

G1 > Política - NOTÍCIAS - Confusão marca manifestação de policiais e bombeiros na Câmara

 

 

Eles pedem equiparação de salários aos profissionais do DF.
Segurança da Casa tentou barrar entrada dos manifestantes.

Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília

 Foto: Wilson Dias/ABr Foto: Wilson Dias/ABr

Policiais e bombeiros fazem protesto na Câmara dos Deputados pela aprovação da PEC 300. (Foto: Wilson Dias/ABr )

Uma confusão nesta quarta-feira (3) envolvendo seguranças da Câmara dos Deputados e manifestantes favoráveis à equiparação de salários de policiais e bombeiros de todo o país aos dos profissionais do área do Distrito Federal quase acabou em conflito. Após alguns minutos de tensão e ameaça de invasão foi fechado um acordo que permitiu a entrada de parte dos manifestantes nas galerias do plenário.

Os manifestantes pedem a aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que cria um piso nacional para os bombeiros e policiais militares de todo o país. Nesta PEC, o piso seria o atual salário dos policiais do Distrito Federal, que é superior a R$ 4 mil mensais. A proposta está pronta para ir a plenário, mas não há qualquer sinal de acordo que permita a votação.


A confusão começou porque a Polícia Legislativa bloqueou um corredor que dá acesso ao Salão Verde e ao plenário da Casa. A justificativa é que na sessão de abertura dos trabalhos do Legislativo, nessa terça-feira (2), houve excesso dos manifestantes favoráveis à PEC, que gritaram palavras de ordem durante a sessão.

Os manifestantes, no entanto, não aceitaram a ordem da segurança da Casa e ameaçaram invadir o local. Segundo a Polícia Legislativa, havia mais de 500 manifestantes. Diante do impasse, alguns parlamentares intermediaram a situação e evitaram um conflito. Após a mediação, a Polícia Legislativa concordou em permitir a entrada de 300 pessoas nas galerias mediante a apresentação de senhas que foram distribuídas pelos próprios deputados.

Fonte: G1 > Política - NOTÍCIAS - Confusão marca manifestação de policiais e bombeiros na Câmara

Líder do governo é cercado e xingado por manifestantes que querem votação da PEC 300

 SDC10318

Plantão | Publicada em 16/06/2010 às 16h48m

Isabel Braga

Comentários

BRASÍLIA - O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), foi cercado há pouco por um grupo de manifestantes policiais que pressionam os deputados pela votação da PEC 300, a emenda constitucional que fixa, na Constituição Federal, um piso nacional provisório para policiais civis, policiais militares e bombeiros, de R$ 3,5 mil para soldados e R$ 7 mil para oficiais. Exaltados, os manifestantes agrediram verbalmente o líder Vaccarezza, que foi retirado do local por seguranças da Câmara em meio a um empurra-empurra no apertado corredor que leva até a liderança.

Vaccarezza estava se dirigindo para liderança do governo na Câmara e os manifestantes o cercaram, cobrando dele a promessa de votação da PEC no dia 15 de junho. O líder tentou conversar e explicar que a decisão de incluir ou não um projeto na pauta é do presidente da Câmara e que Michel Temer (PMDB-SP) estava viajando. Os manifestantes, então, se exaltaram e começaram a gritar, a colocar o dedo no rosto de Vaccarezza e a xingar o líder.

- Sem palavra!!!! Tu não tem palavra, palhaço!!! Canalha!!!! - gritavam muitos dos manifestantes.

Em coro, o grupo de mais de 50 pessoas que estava no local começou a gritar:

- Sem palavra!!!!

Um dos policiais, fardado, segurava o filho nos homens e gritou:

- Meu filho está passando fome.

Os seguranças conseguiram cercar Vaccarezza e conduzi-lo até a liderança. Os manifestantes continuaram gritando. O policial com o filho nos ombros estava no meio da confusão e, muito exaltado, tentava entrar na liderança.

- Ele enrola a gente, acha que somos trouxas - reclamou outro manifestante.

Um dos manifestantes mostrou uma gravação em que Vaccarezza afirma que tentaria votar, no dia 15, a PEC 300, dentro do acordo de não manter o valor nominal do piso na Constituição. Um grupo de manifestantes tenta, neste momento, entrar na liderança para conversar com o líder.

Além de fixar o piso, a proposta de emenda constitucional diz que a União bancará quando os estados não puderem arcar com as despesas. As negociações feitas por Vaccarezza caminharam no sentido de retirar o valor nominal do piso da CF, com a fixação do valor em lei complementar a ser enviada pelo governo. Mas parte dos representantes da categoria resiste à ideia de retirar o valor nominal do piso da CF. Há semanas, policiais vem ocupando as galerias do plenário para pressionar pela votação, iniciada em plenário em março deste ano. Restam a votação de destaques e da emenda em segundo turno, antes de seguir ao Senado.

Fonte: O Globo

Capitão Assumção pode parar no Conselho de Ética

 

Luiz Alves/Câmara

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Corregedoria da Câmara vai investigar deputado que defende PEC 300 e que tuitou reunião fechada de líderes. Ele diz que tudo não passa de perseguição de Michel Temer

 

Líder do movimento em favor da PEC 300, Capitão Assumção pode acabar no Conselho de Ética da Câmara

Rodolfo Torres

Com contornos cada vez mais dramáticos, o caminho da PEC 300 segue indefinido e pode parar no Conselho de Ética da Câmara. Autor de um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a votação da matéria, o deputado Capitão Assumção (PSB-ES) diz sofrer perseguição por parte do presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP).

No início de março, Assunção e outros dois notórios defensores da PEC 300 – os deputados Major Fábio (DEM-SP) e Paes de Lira (PTC-SP) tiveram desentendimentos com o comando da Polícia Militar do Distrito Federal. A corporação mais bem paga do Brasil não apoia a PEC, que toma justamente seus vencimentos como parâmetro para estabelecer o piso para a categoria. No confronto, os deputados xingaram um dos comandantes da PM de Brasília, tenente-coronel Damasceno. Como reação, o comandante-geral da PM do DF, Ricardo da Fonseca Martins, encaminhou ofício à Corregedoria da Câmara pedindo a abertura de processo por quebra de decoro contra os três deputados. O ofício foi acolhido, segundo o Capitão Assunção, por ingerência de Michel Temer. “É uma verdadeira caça às bruxas, e as bruxas têm nome: são os deputados que defendem a PEC 300.”

“A gente percebe que é uma posição firme da Presidência da Câmara, por intermédio do deputado Michel Temer, de tirar a representação legítima dos deputados que representam os trabalhadores de segurança pública”, afirmou Assumção ao Congresso em Foco.

Capitão Assumção e os outros dois deputados foram intimados pelo corregedor da Câmara, Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM-BA), a prestar esclarecimentos sobre a queixa da PM do DF. Conforme o ofício, ao qual o Congresso em Foco teve acesso, eles teriam chamado o tenente-coronel Damasceno, do alto de um carro de som, de “jumento”. 

“Num determinado momento, prevalecendo de sua condição de parlamentar em total descontrole emocional e psicológico, o deputado Capitão Assumção, utilizando do microfone do carro de som, ofendeu este coronel”, diz o ofício da PM brasiliense, encaminhado à Presidência da Câmara no dia 10 de março de 2010. 

Oito dias antes, os deputados pró-PEC 300 participaram de uma manifestação com centenas de pessoas na Esplanada dos Ministérios a favor da aprovação da matéria, que cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares nos valores de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil - para praças e oficiais, respectivamente.

Assumção rebate, lembrando que o coronel ofendido é o mesmo que, em episódio recente, no final do ano passado, jogou cavalos em cima de estudantes que protestavam em frente à Câmara Distrital contra o escândalo que envolvia o então governador José Roberto Arruda (ex-DEM, atualmente sem partido). “O Michel Temer assumiu o desequilíbrio do coronel da PM.”

Twitter

Segundo o deputado do PSB, o “ato de vingança” de Temer remete à reunião de líderes sobre a PEC 300 ocorrida no dia 25 de maio. Nesse dia, Assumção transmitiu o conteúdo da reunião em tempo real, valendo-se do Twitter. Quando soube, Temer ficou extremamente irritado. Assumção faz a associação entre os dois episódios por conta da data do oficio da PM. A queixa já estava em poder da Presidência da Camara há mais de dois meses e só agora, depois da “tuitada”, foi encaminhada.
“O presidente tentou vir bater boca comigo. Eu disse que ele poderia fazer qualquer coisa, menos encostar a mão em mim e lembrei a ele que aqui não é um quartel. Não existe uma subordinação hierárquica entre um deputado representante de categoria e o presidente da Câmara”, diz Assumção.

De acordo com o deputado do Espírito Santo, Temer faz questão de frisar que já foi secretário de segurança por duas vezes em São Paulo. “E dentro da sala dele na Presidência da Câmara, conduzindo os trabalhos na reunião de líderes, ele se coloca como mais um da tropa de choque do governo.”

Procedimento normal

Segundo ACM Neto, a solicitação de informações aos deputados é um “procedimento normal” e o prazo para uma resposta “não é dilatado”. Questionado se o uso do Twitter poderia se constituir num agravante, o corregedor da Câmara foi enfático: “Tenho de observar o que está na representação. E isso não está na representação”.

Procurada pelo Congresso em Foco, a assessoria da Presidência da Câmara rechaçou qualquer perseguição e destacou ser praxe encaminhar as representações para análise da Corregedoria. “O presidente até segurou um pouco, para tentar um diálogo”, afirmou a assessoria.

Ofício da PMDF

De acordo com documento encaminhado pela PM de Brasília à Câmara, o oficial da corporação agredido verbalmente tentava negociar “a desobstrução de algumas faixas da via para a fluidez do trânsito” no momento da manifestação, quando foi interpelado por um parlamentar não identificado.

Ainda de acordo com a PMDF, esse congressista informava “aos berros” que não iria tirar ninguém da pista e que, se a polícia de Brasília desejasse, que utilizasse a força necessária para tal.

Além disso, o texto encaminhado à Câmara afirma que esse deputado destacava que o tenente-coronel “já possuía um excelente salário e por isso não estava preocupado com o salário dos colegas dos outros estados”.

“Há de ressaltar, ‘que a todo momento pessoas que se encontravam em cima do carro de som, solicitavam aos manifestantes que em hipótese alguma desocupassem a pista e que se a PMDF efetuasse alguma prisão ou tentasse liberar alguma faixa, haveria confronto.’”

A assessoria da PMDF não retornou o contato feito pela reportagem para comentar o ofício encaminhado à Presidência da Câmara. 

Defesa

Na defesa entregue ontem à Corregedoria, Capitão Assumção alega que não há provas que confirmem quebra do decoro parlamentar, e que a participação dos deputados na manifestação foi legítima e democrática.

“A acusação dignou-se até a anexar um vídeo da passeata, elaborado pelo órgão especializado da inteligência da Polícia Militar do Distrito Federal, mas que em momento algum comprova absolutamente nada do que foi alegado no relatório manuscrito do oficial denunciante”, afirma a defesa. 

“As acusações feitas pelo oficial da Polícia Militar do Distrito Federal não encontram elementos de prova no vídeo e na documentação acostada, não havendo assim correlação comprobatória entre os fatos citados e a acusação, devendo a denúncia ser declarada inepta”, complementa. 

Além disso, a defesa de Assumção volta a destacar o uso do Twitter como propulsor do andamento da denúncia.

De acordo com o documento encaminhado à Corregedoria, a Presidência da Câmara ficou com a representação parada por 74 dias, “e resolveu dar andamento depois que este parlamentar participou da reunião do colégio de líderes e tornou públicas as decisões daquele colegiado”. 

Para tanto, o deputado lembra que o ofício foi encaminhado à Corregedoria no dia 25 de maio, menos de três horas depois do início da reunião dos líderes. 

Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticia.asp?cod_publicacao=33313&cod_canal=1

PEC 300: andamento do mandado de segurança

Mandado de segurança que pleiteia o imediato retorno das votações da PEC 300 na Câmara dos Deputados começa a seguir o seu trâmite dentro do STF.
No último dia 10.6.2010 o Ministro Gilmar Mendes despachou documento solicitando informações ao Presidente da Câmara dos Deputados (art. 7º, I, da Lei 12.016/2009). Determinou também que fosse dada ciência do feito à Advocacia-Geral da União (art. 7º, II, da Lei 12.016/2009). De posse dessas informações, apreciará o pedido de medida liminar.
Nada obsta que o Ministro Gilmar Mendes receba os nossos e-mails para que ele possa se certificar do pedido justo do nosso mandado de segurança, tanto quanto tenha convicção de que nós só queremos que a PEC 300 seja votada. confira: mgilmar@stf.gov.br

Fonte: http://www.capitaoassumcao.com/

sexta-feira, 11 de junho de 2010


STF vai definir se piso salarial de policiais volta à pauta da Câmara

Deputado entrou com ação pedindo que votação seja retomada.
PEC prevê equiparação com policiais e bombeiros do Distrito Federal.
Débora Santos

Do G1, em Brasília
O deputado federal Capitão Assumção (PSB-ES) entrou com uma ação pedindo que o Supremo Tribunal Federal (STF) determine a retomada da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria um piso salarial único para policiais militares e bombeiros de todo o país.
A PEC pretende equiparar os salários dos estados ao valor pago a essas categorias no Distrito Federal, que é superior a R$ 4 mil mensais (OBS.: A PEC 300 CRIA UM PISO DE R$ 3.500,00. NÃO HÁ MAIS IGUALDADE SALARIAL COM OS DO DF). A proposta chegou a ser votada em primeiro turno, mas a sessão foi interrompida e a matéria acabou sendo retirada da pauta.
No mandado de segurança, o deputado afirma que, de acordo com o regimento da Câmara, a votação não poderia ter sido interrompida após a aprovação em primeiro turno e as PECs têm preferência na pauta em relação à tramitação ordinária.
O parlamentar ressaltou que mais de 320 deputados assinaram requerimento pedindo que a análise da PEC seja retomada e aponta o presidente da Câmara, Michel Temer (PSDB), como responsável por não ter incluído a matéria novamente na pauta.
Capitão Assumção pede ao ministro Gilmar Mendes, relator da ação, uma liminar que obrigue a retomada da votação. “Não há razão ética ou prática que justifique esta omissão, em especial no Legislativo, pautado pelo princípio da proporcionalidade e respeito às diversas opiniões políticas”, justifica o deputado.
A assessoria do deputado Michel Temer informou ao G1 que vai aguardar a decisão do STF para se pronunciar sobre a ação. Ainda de acordo com a assessoria, a votação do piso salarial dos policiais e bombeiros não foi retomada, por causa de divergências sobre a proposta que estão sendo negociadas pela Presidência da Câmara com os líderes dos partidos e o governo.
Fonte: http://www.capitaoassumcao.com/

Deputado federal recorre ao Supremo para garantir votação da PEC 300/08


Fonte: Notícias STF
Sexta-feira, 11 de junho de 2010
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), é relator do Mandado de Segurança (MS 28882) impetrado pelo deputado federal Lucínio Castelo de Assumção (Capitão Assumção/PSB-ES) contra o presidente da Câmara dos Deputados. Na petição, ele pede que o Supremo determine a volta da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08 à Ordem do Dia, para que sua votação seja finalizada.[...]
O deputado recorreu ao STF argumentando que, de acordo com o Regimento Interno da Câmara, a PEC não poderia ter tido a votação interrompida após a aprovação, em primeiro turno, de 393 parlamentares ao texto principal e a aprovação de um dos cinco destaques.
O regimento da Casa diz que a votação só poderá ser interrompida por falta de quórum (artigo 181), mesmo que isso cause a prorrogação da sessão, e que as PECs têm preferência na pauta de votações em relação à tramitação ordinária (artigo 191, I).
Lucínio Assumção informou, ainda, que mesmo após requerimento subscrito por mais de 320 deputados, dentre os 513 membros, para que a deliberação aconteça, “a matéria vem sendo sistematicamente retirada da pauta de votação da Casa”. O responsável pela elaboração da pauta é sempre o presidente da Câmara, por isso ele é a autoridade apontada como coatora pelo MS 28882.
O parlamentar justificou a urgência do pedido de liminar lembrando que a legislatura de 2007/2011 caminha para o fim e que, por isso, a PEC corre o risco de ser arquivada sem as votações necessárias (são necessários dois turnos na Câmara e dois no Senado).
“Não há razão ética ou prática que justifique esta omissão, em especial no Legislativo, pautado pelo princípio da proporcionalidade e respeito às diversas opiniões políticas”, sustentou Lucínio de Assumção no texto protocolado no Supremo.
Fonte: http://www.capitaoassumcao.com/

PEC 300: mandado de segurança é protocolado no Supremo



Fonte: Congresso em Foco
09/06/2010 - 19h20
Deputados entram na Justiça para assegurar que a Câmara termine de votar a emenda que fixa o piso salarial dos policiais e bombeiros

Rodolfo Torres

Agora é com a Justiça. Conforme antecipou o Congresso em Foco, um grupo de deputados foi nesta quarta-feira (9) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para impetrar um mandado de segurança. O objetivo é fazer com que a Câmara retome a votação da PEC 300, matéria cujo texto-base foi aprovado em março deste ano.

Para o autor do mandado, deputado Capitão Assumção (PSB-ES), a medida serve para restabelecer a soberania da Câmara frente ao governo, que teme o impacto bilionário da proposta nas contas públicas.

“Hoje, estamos vendo claramente a interferência do Poder Executivo dentro do Legislativo. Isso é inadmissível... Acredito que a decisão equilibrada do Supremo vai por ordem na Casa”, afirmou o parlamentar.

Assumção fez referência direta à liderança do governo na Câmara, conduzida pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP). Segundo o deputado do Espírito Santo, Vaccarezza vem “procrastinando a decisão”. “Acredito que a liderança do governo tem de fazer sua atuação, mas não pode agir como tropa de choque.”

Para Vaccarezza, a medida foi “um erro no encaminhamento”. Contudo, o petista destacou que decisão do Supremo é para ser cumprida. “O que o Supremo decidir, está decidido.”

A PEC 300 conta com o apoio formal de 321 deputados. Para concluir o primeiro turno de votação, deputados ainda terão de analisar quatro destaques à matéria.

A proposta cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil - para praças e oficiais, respectivamente.

Estiveram presentes no STF os seguintes deputados:

Capitão Assumção (PSB-ES)
Elismar Prado (PT-MG)
Fernando Chiarelli (PDT-SP)
João Campos (PSDB-GO)
José Maia Filho (DEM-PI)
Lincoln Portela (PR-MG)
Major Fábio (DEM-PB)
Mendonça Prado (DEM-SE)
Paes de Lira (PTC-SP)
Sebastião Bala Rocha (PDT-AP)

Governo abra o olho, a morte pede a aprovação da PEC300

Movimento contra Morte Prematura, faz manifesto em prol a PEC 300 em Vitória da Conquista, depois de participar do Programa do Jô... (André Caio).

Greve?Certo ou errado?Legal ou não?

Deputados recorrem ao Supremo para votar PEC 300

direitos_humanos

Fonte: Congresso em Foco
07/06/2010 – 06h00


Parlamentares ligados aos policiais e bombeiros militares decidem entrar com mandado de segurança no STF para obrigar Câmara a retomar votação de piso salarial para categoria
Para deputados, Supremo é última saída para Câmara concluir votação da PEC 300


Rodolfo Torres
A conversa acabou. Cansados de aguardar a retomada da votação da PEC 300 por vias políticas, deputados favoráveis à proposta decidiram entrar com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para obrigar a Câmara a retomar a votação do piso salarial de policiais e bombeiros militares. A decisão será anunciada amanhã (8), logo após a reunião dos líderes partidários.
Aconselhados pela assessoria jurídica, eles apresentarão antes um requerimento (veja a íntegra) à Mesa da Câmara solicitando que a matéria seja incluída na pauta.
“Só nos resta saída na Suprema Corte”, disse o deputado Capitão Assumção (PSB-ES) ao Congresso em Foco. Para ele, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), “não quer votar nada”. “Os representantes dos policiais estão sendo enganados”, protestou o deputado, um dos coordenadores da Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais e Bombeiros Militares.
O deputado Major Fábio (DEM-PB) destaca que, além dos 321 parlamentares que apoiam formalmente a PEC, outros 100 pediram para assinar o requerimento de inclusão da proposta na pauta. “São mais de 400 deputados que querem votar a PEC 300. Mas ela não é votada porque Vaccarezza não quer”, reforçou o paraibano. Major Fábio adiantou que os deputados favoráveis à PEC 300 serão chamados a subscrever o mandado de segurança.
A proposta, cujo texto-base foi aprovado em março, cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil - para praças e oficiais, respectivamente.
Para que o primeiro turno de votação da PEC 300 seja concluído, deputados terão de analisar quatros destaques que, na prática, desfiguram a proposta. Após essa fase, a matéria terá de passar por outro turno de votação para, então, seguir ao Senado.
“Lisonjeado” Vaccarezza diz que outros líderes partidários compartilham de sua opinião de que não é viável incluir o piso salarial na Constituição. “Fico muito lisonjeado com tamanho poder que me atribuem. Mas isso não é verdade. Todos os líderes concordaram em adiar a votação da PEC”, rebateu.
Por avaliar que policiais e bombeiros estão tendo os ânimos inflamados por parlamentares pró-PEC 300, o petista decidiu tratar da votação da matéria diretamente com representantes das categorias.


Na última terça-feira (1º), após reunião em seu gabinete com lideranças de policiais, Vaccarezza afirmou que a PEC seria objeto de nova discussão em uma reunião de líderes marcada para amanhã. “Não fiz nenhum acordo sobre data de votação”, resumiu o petista na ocasião.

 
Cautela
Mais cautelosos, os deputados Miro Teixeira (PDT-RJ) e Paes de Lira (PTC-SP) preferem aguardar um pouco mais. Miro ressalta que o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), chegou a assegurar a votação da matéria. “Nada me autoriza a desconfiar do Michel”, ponderou o parlamentar, notório defensor da PEC e autor do requerimento para que a Casa retome a votação da proposta.
O deputado paulista diz que o recurso ao Supremo se tornou uma necessidade por causa da falta de vontade política da Câmara. “Nós podemos fazer isso porque certamente, claramente, existe uma infração ao regimento interno. Uma matéria - seja ela qual for - mas no caso de uma proposta de emenda constitucional, em pleno processo de votação, não pode ser seccionada; não pode ser retirada arbitrariamente da ordem do dia", afirma Paes de Lira, coronel da Polícia Militar de São Paulo.
Segundo ele, impedir que a PEC 300 seja votada é "cassar o mandato parlamentar" dos que votaram a favor da matéria. "E é isso que levaremos ao Supremo se se esgotarem os caminhos políticos", afirmou.