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Construindo uma Alagoinhas mais segura!!!"....

Corrupção policial é crônica, afirma o presidente do STF


O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cezar Peluso, afirmou hoje que a violência e a corrupção policial no país são uma “questão crônica’’ e defendeu a unificação das polícias estaduais.

Peluso participava de um seminário de segurança pública promovido pela Faap (Fundação Armando Álvares Penteado), em São Paulo, com parte da plateia composta por policiais.

Ele havia citado três casos de “graves problemas na área da segurança’’, entres eles o de um grupo de PMs de Manaus que atirou contra um adolescente desarmado e já dominado e o de policias paulistas que “teriam sido flagrados fiscalizando o secretário da Segurança’’, Antonio Ferreira Pinto.

Mesmo dizendo que não falaria dos “problemas de segurança, como a questão crônica da violência e corrupção policial’’, o ministro citou outro caso de corrupção. “Por mera coincidência, lembrei-me de que alguns anos atrás, o Amazonas foi obrigado a extinguir a Polícia Civil. Porque o grau de corrupção era tal que era impossível recuperar os agentes. Não sei como está hoje, mas foi uma tentativa’’, afirmou.

Peluso fez nova crítica à polícia, indiretamente dirigindo-se à Polícia Civil, ao falar de seu apoio à ideia de unificá-la à Polícia Militar. “Não me repugna, em princípio, pensar em unificação das carreiras policiais. Porque o ingrediente da disciplina, que é fundamental em quase todas as atividades humanas, me parece que, às vezes falte, para colocar um pouco de ordem em algumas instituições policiais’’, disse.

O secretário da Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, também presente, disse ver essa hipótese distante. “Particularmente eu sou a favor, mas acho que nós estamos longe disso. Muito longe. Acho que precisa debater, acho que isso tem que ser discutido. Cada polícia precisa saber o que vai perder, o que vai ganhar. Precisa efetivamente mostrar para sociedade o que é melhor.’’

Presídios - O discurso mais incisivo de Peluso foi dirigido ao sistema prisional brasileiro que, para ele, vive um “fracasso incontestável, senão da falência mesmo’’. Para ele há um “desprezo’’ do poder público pelas regras mínimas e “475 mil encarcerados’’ vivem em “condições sub-humanas’’. “Que eu diria até medievais. Em alguns casos eu comparo até com as masmorras medievais.’’

Ontem, no mesmo evento, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, também citou o sistema como um dos problemas de segurança no país. “Temos nas nossas penitenciárias hoje verdadeiras escolas de formação de delinquentes. A reinserção social não é uma característica do nosso sistema.’’

SALÁRIO DE UM SOLDADO DE BRASÍLIA

Os Guerreiros da Bahia teve um trabalho para conseguir um contra chegue de um soldado de brasília.
 
Isso que salario! e olhe que é de um soldado da PM imagine o que recebe um oficial aqui é o salario de um soldado de brasília imagine agentes civil.
Caros amigos não deixe a PEC 300/446 parada vamos mobilizar novamente o Brasil. vamos participar mais, vamos entrar em contato com os amigos e informar o que esta acontecendo em brasília ,depois não fique se queixando do seu salário....

Os protagonistas da PEC 300

Capitão Assumção

Lendo em CongressoEmFoco um artigo do nobre deputado Alfredo Sirkis sobre a PEC 300 notei alguns detalhes descritos na nota que não fizeram parte da heróica trajetória da PEC 300. Achei interessante relatar os passos que foram dados pelos atores principais, policiais e bombeiros, que tornaram a proposta tema recorrente nas principais mídias do país . Tiraram leite de pedra. Por que nessa luta (que não foi eleitoral), o governo federal não foi protagonista. Pelo contrário, atrapalhou por deveras. Em primeiro plano, o governo nunca se mostrou afável à PEC 300.
Fazendo um “mini flashback”, relembro que em seu texto original, formulado pelo subtenente Clóvis Oliveira, da PM paulista e, apresentado na Câmara dos Deputados pelo deputado Arnaldo Faria de Sá, a proposta discorria sobre igualdade salarial. Ou seja, rezava o texto desenhado pelas mãos do suboficial da PMESP que todos os policiais e bombeiros militares deveriam ter a sua remuneração baseada nos proventos dos profissionais da PMDF, nunca sendo inferior.
Essa talvez tenha sido a primeira grande barreira à proposta que começou a tramitar em 4 de novembro de 2008 na Câmara dos Deputados. A proposta foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) no dia 7 de abril de 2009, sem alteração do seu texto, tendo como relator e grande defensor o deputado Mendonça Prado. A batalha travada pela internet junto aos profissionais da segurança pública, com essa vitória na CCJC, foi amplificada. As caixas de e-mail dos parlamentares ficaram abarrotadas com pedidos para que os deputados cobrassem do então Presidente da Câmara, deputado Michel Temer, o início dos trabalhos na Comissão Especial, que regimentalmente teria um prazo de 40 sessões ordinárias. Diante dessa pressão, Temer dá início aos trabalhos da Comissão Especial no dia 13 de maio. E nessa mesma data foram programadas as famosas marchas e audiências públicas denominadas “PEC 300 EU ACREDITO” em todos os estados. A primeira aconteceu em Campina Grande, Paraíba.
Com o compromisso do primeiro vice-presidente, deputado Paes de Lira e do relator da PEC 300, deputado Major Fábio, de que não haveria protelações, no dia 25 de novembro de 2009, encerrava-se o trabalho dos parlamentares imbuídos de subsidiar a PEC 300 quanto ao mérito. Permaneceu o texto original do relator na CCJC, deputado Mendonça Prado e acrescentou-se um valor nominal para o teto mínimo do soldado e do tenente. Mesmo com forte mobilização oriunda das marchas populares nos estados, o governo conseguiu adiar para o ano de 2010 a votação do texto aprovado na Comissão Especial da PEC 300.
O ano de 2010 começou movimentado haja vista que além da internet, os policiais se mobilizaram em caravanas e bateram às portas da Câmara com receio de que a PEC 300 fosse protelada “ad eternum”.
Finalmente, no dia 2 de março de 2010, diante de uma grande marcha de bombeiros e policiais de todo o Brasil, que culminou em uma paralisação por mais de 10 horas da principal via de acesso ao Distrito Federal, o Presidente da Câmara foi colocado na parede ante a ameaça de os profissionais da segurança pública de todo o Brasil permanecerem impedindo a circulação de veículos por tempo indeterminado. O receio maior era de que a visita no dia seguinte (3) da Secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, acontecesse sob forte onda de protestos dos bombeiros e policiais que ameaçaram acampar em frente ao Ministério das Relações Exteriores.
Não restou outra saída. Temer recebeu o aval do governo para que se votasse a PEC 300, diante da iminência de um possível conflito armado entre a PMDF e os manifestantes, justamente às vésperas da visita de Hillary. Na noite de terça (2 de março), 393 deputados aprovaram em primeiro turno a PEC 300 com as intervenções textuais que começaram a ser costumeiras do líder do governo à época, deputado Cândido Vaccarezza. A tão almejada igualdade salarial ia para o espaço, mas permaneciam os dois pisos nominais aprovados na Comissão Especial (R$ 3.500,00 e R$ 7.000,00), que seriam colocados nas disposições transitórias da Carta Magna após promulgada a emenda.
Desde a conclusão dos trabalhos na Comissão Especial que caravanas de policiais e bombeiros de todo o Brasil começaram a bater o ponto em Brasília, sempre às terças e quartas, dias de votação na Câmara. Num desses encontros, no dia 19 de maio de 2010, Temer foi pressionado a votar a conclusão da PEC 300 em primeiro turno na semana seguinte, pois até aquele momento, haviam quatro destaques, colocados estrategicamente pelo governo, por intermédio Do líder do PT, deputado Fernando Ferro, para inviabilizar por completo o piso dos bombeiros e policiais.
No dia 25 de maio a matéria entraria em pauta mas o governo entrou de sola, por ação de Vaccareza. No dia seguinte, diante das galerias lotadas, veio outra decepção, com Temer protelando mais uma vez. Durante a tarde de quarta (26), lideranças de policiais e bombeiros chegaram a se reunir com o líder do governo, deputado Vaccareza, que saiu pela tangente ao argumentar que o quorum estava baixo para se votar o piso em sessão extraordinária. Naquele encontro, o deputado protelador já ensaiava como iria ficar o desenho final da PEC 300: sem valor nominal e prazo de 180 dias para o governo apresentar em forma de Projeto de Lei o piso salarial.
Quatro meses depois, no dia 06 de julho de 2010, após a primeira votação da PEC 300, a proposta, totalmente alterada pelo governo, era aprovada mais uma vez, agora por 349 votos. O texto aprovado, com o DNA do governo, descreve piso salarial e fundo compensatório aos estados a ser estabelecido por lei complementar com prazo de apresentação de até 180 dias depois que a emenda for promulgada pelo Congresso Nacional.
Das movimentações legítimas que se seguiram para sensibilizar a classe política de se concluir a PEC 300 na Câmara, a mais vultosa aconteceu no dia 17 de agosto de 2010. Policiais, bombeiros e agentes penitenciários marcharam incansáveis até o DF, sob promessa, tanto do líder do governo, quanto do deputado Michel Temer de que a PEC 300 e a PEC 308 (Polícia Penal) seriam votadas no “esforço concentrado”. Uma em segundo turno e a outra em primeiro turno. Diante da pressão de muitos deputados que acusavam o líder do governo de usar a PEC 300 como mote para levar os parlamentares até a Câmara, em plena campanha eleitoral, e obrigá-los a votar medidas provisórias de interesse do governo, mais uma vez a matéria não foi votada. Orquestração do “rolo compressor”, deputado Vaccareza, sobre Temer, tudo a mando do Governo. Ao saberem que o Presidente da Câmara encerrara a Sessão no primeiro dia de “esforço concentrado” os trabalhadores da segurança pública alcançaram o Salão Verde da Câmara e pernoitaram ali, com o intuito de pressionar Temer a retomar os trabalhos no dia 18 (quarta). Temer e Vaccarezza, além de não cederem, acusaram justamente essa suposta invasão de ter sido a causadora do encerramento dos trabalhos, quando tal ocupação só aconteceu depois do encerramento da sessão.
Com o fim das eleições de 2010, Temer, vice-presidente da república eleito, começou a se eximir da sua condição de Presidente da Câmara e a fugir do compromisso assumido de concluir o 2º turno da PEC 300, ao mesmo tempo em que Vaccarezza e alguns ministros do governo, começaram a disseminar que, diante de um novo governo, PEC 300 deveria ser concluída em 2011, com o novo Congresso. Concomitantemente, a equipe de transição do governo Dilma, sob a batuta de Paulo Bernardo (ministro do Planejamento), Alexandre Padilha (ministro das Relações Institucionais) e do próprio deputado Cândido Vaccarezza, deu início a um discurso de terrorismo junto a alguns governadores, apregoando que a PEC 300 quebraria as finanças dos estados, quando, pela aplicação da PEC 300, aconteceria justamente o contrário.
Para os deputados que concluíam a 53ª legislatura, o líder do governo e determinados líderes ligados à base governista, setores ligados à oposição e alguns deputados do partido do líder Vaccarezza começaram, em bloco, a se dividir na tribuna da Câmara e a proferir discursos no sentido de que PEC 300, naquele ínterim, era inadequado, que o tema carecia de um debate mais profundo sobre segurança pública. Dessa forma, findou-se o ano de 2010 e as estratégias do governo deram certo. A votação em segundo turno não aconteceu. A protelação ensaiada inicialmente pelo líder Vaccarezza tinha dado resultado.
Para o arremate final, do pacote de maldades do governo e pelas mãos de Vaccarezza, saiu um golpe rasteiro. Ficou estabelecido, no apagar das luzes de 2010, que a proposta só entraria em pauta novamente após conclusão de uma nova comissão especial para se analisar PEC 300 “num contexto mais amplo de segurança pública”. Em outras palavras, o governo outra vez se utilizou de mais um instrumento protelatório (que não consta no Regimento Interno) para arriscar aposentar de vez a PEC da dignidade. Em nenhum momento o governo se mostrou interessado em PEC 300. Segurança pública não está entre as temáticas principais do governo. Pelo andar da carruagem tomara que não esteja entre as últimas.
Em referência ao artigo do deputado Sirkis, que, aliás, é mais um soldado em defesa da PEC 300, a proposta não é uma “abordagem meramente corporativa”. Há décadas e décadas que os nobres trabalhadores da segurança pública carregam a segurança nos ombros diante do pouco caso dos governos estaduais e federal. O que está sendo proposto é uma valorização dos garantidores da liberdade dos cidadãos brasileiros. Não se deseja nada a mais nem a menos.
Mais de dois trilhões de reais é quanto o governo administra por ano em orçamento e não quer dar a contrapartida necessária para o mecanismo chamado segurança pública começar a funcionar. Meio por cento dessa dinheirada é o valor da complementação salarial dos nossos heróis. Um pingo no oceano. O que será necessário fazer para que o governo deixe a protelação de lado e encare como um grande investimento a criação do piso salarial nacional dos bombeiros e policiais? Fica a pergunta no ar.

Sindpoc solicita intervenção da comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa no caso da morte do policial civil Valmir Borges


SINDPOC ONLINE - Sindicato dos Policiais Civis Estado da Bahia - Nº 019 - 24/03/2011

Sindpoc solicita intervenção da comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa no caso da morte do policial civil Valmir Borges

O requerimento é o primeiro de uma série de medidas que o sindicato tomará para esclarecer o caso.
O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc), Carlos Lima solicitou aos deputados estaduais da comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembléia Legislativa providências em relação a EXECUÇÃO do policial civil Valmir Borges Gomes, assassinado na noite do dia 2/3, por policiais da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), na Avenida Paulo VI, na Pituba, em Salvador.

O requerimento é o primeiro de uma série de medidas que o sindicato tomará para que o caso seja esclarecido. “Nós queremos a verdade dos fatos doa a quem doer, em momento algum este sindicato irá defender qualquer tipo de ato ilícito praticado por quem quer que seja, o que queremos de imediato é que o mandante e os executores se apresentem ou sejam apresentados a Corregedoria sob a fiscalização do Ministério Público e que a lei seja aplicada”, ressaltou. De acordo com Lima a possível pratica de extorsão também deve ser apurada e os envolvidos punidos, o que não deve acontecer é a execução descabida.

O documento entregue aos parlamentares cita os recorrentes problemas enfrentados pela Polícia Civil da Bahia, como policiais em desvio de função, perseguição a profissionais, carga horária ilegal, assédio moral, ilegalidades perpetradas na Corregedoria, entre outras. A solicitação menciona ainda a indignação despertada em toda a categoria devido a ações deflagradas cujo resultado operacional tem produzido altíssimo número de óbitos, o que indica ausência de planejamento e despreparo da atual gestão.

Com audiências marcadas, o presidente do Sindpoc estará nos próximos dias em Brasília para entregar ofícios ao Congresso Nacional, Ministério da Justiça, Secretaria de Direitos Humanos, Procuradoria Geral da República e também a ONU.

O Sindpoc convoca assembléia geral para o dia 7 de abril



O Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc) retificou a data da assembléia geral da categoria do dia 1 para o dia 7 de abril. O motivo da mudança é a viagem da comitiva do Sindpoc a Manaus, convocada pela COBRAPOL, que na data irá acompanhar a caminhada Pró Pec 300 do estado amazonense. Em Salvador, a manifestação ocorreu em 28 de fevereiro.

A Proposta de Emenda Constitucional – PEC 300/446, que determinará um piso salarial mínimo para os profissionais da segurança pública, é uma luta nacional de policiais militares, civis e bombeiros militares. Diversas mobilizações estão ocorrendo em vários estados do país, a próxima acontece em São Paulo e depois será a vez de Brasília. Na capital do país o grupo pretende ocupar a Esplanada dos Ministérios e reivindicar direitos, como igualdade salarial, qualificação profissional e melhores condições de trabalho.

Rua da Forca, Nº 39, Edf. Barão de Cotegipe 8º Andar Sala 801/802, Centro - Piedade

Tel. (71) 3797-2746 / Telefax (71) 3797-2704

 
sindpoc@sindpoc.org.br - www.sindpoc.org.br







Policiais e PEC 300

"Estimular e depois frustrar as expectativas de policiais civis, militares e bombeiros de todo o país é perigoso"


No ano passado o governo, por razões eleitoreiras, deu luz verde para a votação da PEC 300 no Congresso e agora pretende bloquear sua aprovação final por conta dos custos que pretende serem inviáveis. Fica, no entanto, com uma batata quente nas mãos. Estimular e depois frustrar as expectativas de policiais civis, militares e bombeiros de todo o país é perigoso. Vislumbra-se uma crise no horizonte. Mas crise quer dizer também oportunidade. É preciso transcender a abordagem meramente corporativa e considerar um aumento substancial dos salários dos policiais numa perspectiva de melhor qualidade da segurança pública vinculada à imposição, em contrapartida, da dedicação exclusiva com o fim do duplo emprego.

O nó górdio da má qualidade de nossas polícias são as escalas de serviço (no Rio, 24h x 48h, na PM, e 24 x 72, na polícia civil) que fazem da profissão policial uma ocupação part time. Na maioria dos casos, o "bico" torna-se a atividade melhor remunerada do policial e a falta de uma rotina profissional bem enquadrada, com os policiais dedicados à segurança pública apenas um ou dois dias por semana compromete seriamente sua qualidade sem falar no muito que facilita atividades típicas de "banda podre".

Defendo a dedicação exclusiva e um fundo nacional, nos moldes do FUNDEP, para ajudar os estados a implantá-la. O momento de rediscussão da PEC 300 será favorável para tratar disso. O governo criou uma armadilha para si próprio quando em ano eleitoral apoiou a PEC 300 e agora quer eliminá-la por razões fiscais que fazem sentido mas precisam ser encaradas de uma forma mais ampla, buscando áreas de redução do gasto público que poderiam compensar (Que tal Belo Monte, trem-bala, BR 319, operações Tesouro-BNDES, etc?).

Por outro lado, a coisa não pode ser vista meramente como questão corporativa. Deve haver um aumento substancial em troca da implementação severa da dedicação exclusiva. Ela teoricamente já existe mas ninguém respeita nem faz respeitar, vistos os salários muito baixos. É uma das várias condições para chegarmos a policias de melhor qualidade. Mas é básica. Os policiais devem trabalhar só em segurança pública, mesmo no caso de horários especiais e, fora isso, aperfeiçoamento profissional, adestramento e treinamento.

Leia também:

Câmara: líderes ignoram PEC 300 e decidem por pré-sal

Tudo sobre a PEC 300

* Deputado federal pelo Partido Verde (RJ), do qual é um dos fundadores, tem 60 anos, e foi secretário de Urbanismo e de Meio Ambiente da cidade do Rio de Janeiro e vereador. Jornalista e escritor, é autor de oito livros, dentre os quais Os carbonários (Premio Jabuti de 1981) e o recente Ecologia urbana de poder local. Foi um dos líderes do movimento estudantil secundarista, em 1968, e viveu no exílio durante oito anos.

Polícia mata líder do tráfico no Nordeste de Amaralina


A Tarde On Line











Reprodução | Lunaé Parracho | Agência A Tarde
Luiz 
Fernando Anunciação da Cruz, conhecido como Camisinha, foi morto na 
operação policial
Luiz Fernando Anunciação da Cruz, conhecido como Camisinha, foi morto na operação policial
Uma operação conjunta da Polícia Militar da Bahia (PM) e da Polícia Civil realizada desde a madrugada desta sexta-feira, 25, resultou na morte de um dos traficantes mais perigosos de Salvador. As primeiras informações dão conta de que Luiz Fernando Anunciação da Cruz, conhecido como Camisinha, responsável pelo comando de cerca de 60% dos pontos de tráfico de drogas na região do Nordeste de Amaralina, foi baleado e morreu no Hospital Geral do Estado (HGE).
Até as 7h30, informações apontavam três mortos, incluindo Camisinha e outros dois baleados no confronto. Camisinha, que já havia sido preso por roubo na 7ª CP (Rio Vermelho), também era suspeito da morte de um policial no bairro da Pituba. Além dele, a polícia procura também os traficantes conhecidos como Bruxa, Cabeção, Toinho, Leandrinho e Carlos de Jesus, que agiam junto com o líder Camisinha.
O confronto aconteceu durante a madrugada, quando foram iniciadas ações de intensificação do policiamento em toda a área, incluindo o Nordeste de Amaralina, o Vale das Pedrinhas, Santa Cruz e Chapada do Rio Vermelho, com o objetivo de cumprir mandados de prisão, apreender armas, drogas e veículos provenientes de furto e roubo, através de repressão com base em análises de inteligência.
O delegado-chefe da Polícia Civil, Hélio Jorge, em entrevista a uma emissora de TV, nesta manhã, afirmou que a operação iniciada hoje irá continuar durante o final de semana com o intuito de concluir as prisões de todos os procurados. "Estamos realizando uma operação integrada justamente para localizar e prender essas pessoas que vinham praticando crimes pela região. A operação continua durante o final de semana justamente para tranquilizar e dar segurança à população", afirmou. De acordo com nota oficial da PM, a operação conta com 875 policiais militares de diversas unidades da PM, além do Grupamento Aéreo e do VAT (Veículo de Apoio Tático).
Helio Jorge explicou ainda que os moradores da região devem manter sua rotina e colaborar com o trabalho da polícia. "As pessoas devem manter a sua rotina e ter a certeza de que a polícia está lá para protegê-las. Se alguém fizer algum tipo de revista, colaborem com os policiais para que possamos identificar as pessoas de bem que moram ali e também as que não merecem estar lá. Logicamente que temos mandados que serão feitos nas horas devidas e temos um policiamento ostensivo nessas horas, então pedimos também cautela e paciência às pessoas nesses momentos", explicou.
De acordo com o coronel Baqueiro, da Polícia Militar, a equipe de inteligência da operação identificou 32 zonas-alvo como principais pontos de atuação do tráfico de drogas. O militar endossou que as equipes especializadas das polícias Civil e Militar estão no local, assim como o sub-secretário de Segurança da Bahia, Ary Pereira, o comandante geral da Polícia Militar, Nilton Mascarenhas, e o delegado-chefe da Polícia Civil, Hélio Jorge.
O comércio da região não foi fechado e algumas pessoas circulam normalmente pelas ruas do bairro. No entanto, os alunos da escola Carlos Corrêa de Menezes Sant'ana, foram liberados. Demonstrando muito medo, a adolescente Lidiane Silva, 15, saiu do colégio segurando a mão da colega Jaqueline Santos, 14. "Aqui tem alguns lugares seguros, mas tem outros não tão seguros. Estou com muito medo, nunca tinha visto uma ação assim aqui", disse Jaqueline, assustada.
Segundo a Polícia Militar, além da 40ª CIPM/Nordeste de Amaralina, participam também o Batalhão de Choque, Esquadrão Águia, RONDESP, Esquadrão de Polícia Montada, Companhia de Proteção Ambiental, 12ª CIPM/Rio Vermelho, 13ª CIPM/Pituba, 39ª CIPM/Imbui e 41ª CIPM/Federação, sob o comando do Coronel Mozart Santos.

Bahia teve 83 PMs assassinados desde 2008

Corpos 
de PMs assassinados em Canabrava foram sepultados no Cemitério Bosque da
 Paz 















Helga Cirino, do A Tarde

Margarida Neide/Agência A TARDE
Corpos de PMs assassinados em Canabrava foram sepultados no Cemitério Bosque da Paz
Com as mortes do sargento reformado Arginoel José da Silva Junior, 35 anos, e a soldado Sara Reis dos Santos, 31 anos, alvejados com mais de 30 tiros na noite da última quarta-feira, 23, chegou a 83 o números de policiais militares assassinados na Bahia desde o ano de 2008, segundo os dados oficiais. Tentativas de assaltos, emboscadas, mortos em serviço, no momento da folga, por envolvimento com a criminalidade ou apenas por integrar a corporação, são alguns dos motivos dos homicídios. Somente nos três primeiros meses deste ano, cinco PMs morreram vítimas de disparo de arma de fogo.
Arginoel e Sara foram mortos dentro do carro em um lava jato, próximo ao Estádio Manoel Barradas, o Barradão, depois de serem perseguidos por homens armados que estavam em dois veículos, de acordo com testemunhas. Segundo as primeiras investigações, o sargento reformado era o alvo dos bandidos e morreu no local, enquanto a soldado chegou a ser levada para um hospital, mas também não resistiu.
Dentro do carro, foi encontrado, sem ferimentos, um garoto de nove anos, provavelmente filho dos policiais. Em nota oficial, a Polícia Militar informou que o sargento já havia sido preso em flagrante em julho de 2008, por tráfico de drogas, e respondia a processo na 4ª Vara da Justiça Criminal por tráfico, e na 1ª Vara do Tribunal de Júri por crime contra a vida.
Também esta semana, na terça, 22, o soldado João dos Santos Rodrigues, 44 anos, foi morto durante uma tentativa de assalto no bairro da Liberdade (área de baixa renda, a mais populosa de Salvador). O policial estava dentro de um carro Prisma de cor preta, quando foi surpreendido pelos ladrões.
Na segunda, 21, o soldado PM Edvaldo Santos de Jesus, 45 anos, escapou por milagre da morte, ao ser atingido por uma bala no olho esquerdo, quando participava de uma operação de combate ao tráfico de drogas no bairro de Nordeste de Amaralina (localidade com os mais altos índices de violência da capital baiana). O tiro foi deflagrado do alto, provavelmente do segundo pavimento de uma das casas da região.
Medo - A média de dois PMs assassinados/mês, reflete o risco enfrentado pelos servidores públicos todos os dias nas ruas da Bahia. Para um soldado da PM na ativa, que prefere não revelar o nome temendo represálias, as ações vem se tornando cada vez mais perigosas ao longo dos anos. “Nos arriscamos nas ruas, somos vítimas e ainda somos tratados como marginais pela Justiça. Já fui baleado numa operação e ainda respondo por reagir e matar aquele quem me atingiu no abdomen”, desabafou.
O tenente-coronel, André Baqueiro, coordenador do Serviço de Comunicação da PM, afirmou que algumas ações já foram adotadas para aumentar a segurança de militares. “Os módulos policiais estão sendo desativados. Não somente por causa da fragilidade da segurança no interior dos módulos, mas também porque oferecem um serviço menos eficaz que viaturas em ronda”, explicou o tenente-coronel.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), problemas psicológicos, decorrentes do risco da atividade, são a segunda causa de afastamento dos policiais militares no Brasil. O major Anildo Rocha Baptista, coordenador do Serviço de Valorização Profissional (Sevep), diz que o comando está atento ao problema.
“O núcleo de psicologia da PM foi reforçado e em abril deve iniciar um debate para discutir a origem do transtorno entre os baianos”, alertou. O major acrescentou que, em 2009, 46 policiais morreram fora e em serviço, vítimas de mortes violentas e por doenças.
“Deles, nove foram beneficiados com o seguro”, afirmou. O seguro para policiais que vitimados em serviço é de R$ 30 mil. “As famílias ainda tem direito, além da pensão do INSS, uma pensão especial (no valor da pensão do INSS)”, explicou. O policial ainda é promovido pós-morte e os filhos ainda tem direito a vaga no Colégio da PM e a quitação da casa própria pelo Estado.
Para o coordenador do Associação dos Praças e Policiais Militares do Estado da Bahia, o sargento Agnaldo Pinto, falhas no sistema de penalização dos criminosos vem contribuindo para a violência contra policiais. “Os marginais ganharam corpo, acham que podem fazer tudo porque a Justiça parece só penalizar os militares. Não existe direitos humanos para policiais só para bandidos”, lamentou.
De acordo com o coordenador, o número de policiais feridos em ação desde de 2008 pode ser mair do que o dobro do total de mortos. “Não temos isso contabilizado mas muitos de nós estão em cadeiras de rodas, cegos e aleijados em cumprimento do dever legal”, disparou.

Quartéis da PM do Rio serão postos à venda

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Ideia é acabar com ''aquartelamento'' da tropa, diminuir efetivo dedicado a serviços internos e instalar batalhões em sedes menores e mais modernas

Pedro Dantas / RIO - O Estado de S.Paulo

O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, apresentou ontem à Casa Civil do governo do Estado um projeto para substituir os batalhões da Polícia Militar por prédios menores e mais modernos. Ele afirmou que pretende acabar com o "aquartelamento" da tropa e diminuir para no máximo 20% o efetivo dedicado a serviços internos.

"O policial não deve ficar aquartelado. Deve estar na rua. Vamos nos desfazer desses terrenos e construir prédios modernos, ecológicos e dinâmicos com estrutura de empresa. As polícias de Los Angeles e Nova York já funcionam dessa forma", disse o secretário.

A Polícia Militar herdou do Exército, no século passado, a maioria dos seus 40 quartéis na região metropolitana do Rio. Em média, as instalações ocupam mais de um quarteirão, tanto em áreas nobres da zona sul quanto na zona norte e nos subúrbios da cidade. "Na realidade atual, não há necessidade de um batalhão com piscina e campo de futebol", afirmou o secretário. O 6.º Batalhão de Polícia Militar da Tijuca (zona norte) será o primeiro a ser demolido. O novo projeto custará R$ 22 milhões.

Chamadas de Batalhão-Padrão, as novas sedes terão paredes de vidro e área aberta à comunidade, com praça e espaços comerciais que serão alugados por lojas. A intenção é reaproveitar a água da chuva e usar energia solar. Um projeto que está pronto, mas ainda sem orçamento fechado, é o do Comando-Geral da Polícia Militar. No centro do Rio, em um quarteirão que vai dos Arcos da Lapa até a Cinelândia, o quartel será reduzido a dois prédios separados pela capela, que será preservada. O resto do terreno poderá ser leiloado.

Outro batalhão que está na mira é o 13.º BPM da Praça Tiradentes, também no centro. As instalações são antigas e precárias, mas a localização é privilegiada, na frente de uma das poucas áreas verdes da região. A sede do 2.º BPM de Botafogo também deve constar do projeto. Outro quartel que ocupa quase um quarteirão em área valorizada é o 19.º (Copacabana), mas não há definição sobre o que será feito.

Com um terreno que chegou a ser avaliado em R$ 220 milhões, o destino da sede do 23.º Batalhão de Polícia Militar do Leblon permanece indefinido. O governo do Rio desistiu da venda para a construção de casas e optou por erguer ao lado o Parque Bossa Nova, cuja obra está orçada em R$ 68 milhões.

Treinamento. A Polícia Civil do Rio inaugurou ontem uma sala de treinamento, onde o policial será testado em 30 situações de stress, cercado por três telões que simulam a realidade em um ambiente de 120m². As simulações vão desde a simples abordagem a um carro até incursões em favelas. "Queremos que o policial tenha a capacidade de criar soluções rápidas. Para isso, vamos estimular o agente a pensar", disse Beltrame.

UPPs baianas
A Secretaria de Segurança da Bahia vai antecipar para a semana que vem a instalação das Bases Comunitárias de Segurança, inspiradas nas UPPs cariocas. A primeira será em Salvador.

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spital - Pesquisa Google

Participação Popular debate a corrupção na polícia

 

Olá cidadãos e Policiais!

 

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Você deve estar com dúvida a respeito das Políticas de Segurança Pública e da Proposta de Emenda Constitucional – PEC 300/446, além de questionar o que tudo isso tem haver com voc. Então vamos tentar responder essas questões agora e de forma objetiva.

O que é PEC 300/446?

É uma proposta de emenda constitucional que tem como objetivo estabelecer um piso salarial nacional para todos os profissionais de segurança pública, pois o serviço policial é o mesmo em todo o Brasil, independente do Estado.

Como são dividas as atribuições da segurança pública nos estados do Brasil?

De acordo com a Constituição Federal, as políticas militares cabem a política ostensiva e a preservação da ordem publica, aos corpos de bombeiros militares, além das atribuições definidas em lei, competem à execução de atividades de defesa civil e, às policiais civis, competem às funções de política jurídica e a apuração de infrações penais, exceto militares.

Qual a importância da aprovação da PEC 300/446?

Existe hoje uma discrepância absurda entre os salários dos policiais civis e militares nos vários estados da federação. O Distrito Federal é o ente federativo que melhor remunera suas polícias, enquanto que o Estado da Bahia, entre outros, está muito longe dessa realidade. A PEC 300/446 estabelece um piso salarial de praças das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros, bem como, para os Policiais Civis para os postos iniciais de oficiais e delegados das mesmas instituições.

Os estados vão se responsabilizar sozinhos pelo pagamento desses profissionais?

Não. O governo Federal auxiliaria os estados complementando os salários dos agentes de segurança publica, através de um fundo que seria criado com esse propósito. 

Por que é importante que o cidadão comum se envolva na luta para a aprovação da PEC 300/446?

Porque com a aprovação da PEC 300/446, os Policiais Civis, Militares e Bombeiros Militares terão resgatadas sua autoestima e sua dignidade salarial, motivando-os no seu cotidiano laboral, o que refletiria na diminuição acentuada de todos os índices de criminalidade e assim proporcionando a todos os cidadãos uma sociedade mais tranqüila, segura e justa. Um exemplo disso é a da mudança ocorrida nas policias federal e rodoviária federal, que após uma reestruturação salarial nas carreiras, tornaram-se exemplos de eficiência, diminuindo possíveis corrupções internas, melhorando significativamente seus serviços.

Reivindicamos salário digno para o trabalhador policial, afinal, nossa atividade é de riscos e nosso salário é de miséria.

D.O. Lei de n° 3.359 de 07/01/02 - Depósitos Antecipados


Foi publicada no DIÁRIO OFICIAL em 09/01/02, A Lei de n° 3.359 de 07/01/02, que dispõe:


Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internação de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.
Art. 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado ao responsável pela internação.
Art. 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos usuários e a afixarem em local visível a presente lei.
Art. 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

ENCONTRO NACIONAL DAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DOS PRAÇAS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES

 

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Nota oficial da reunião em 23/03/2011 - Campanha Salarial 2011


Na tarde de hoje, 23/03/2011, as entidades de classe (AOPMBM, CSCS PM/BM, Aspra – PM/BM, COPM, UMMG), juntamente com o representante do deputado estadual Sargento Rodrigues, cabo Juarez, e o vereador Cabo Júlio estiveram reunidos na sede do Clube dos Oficiais para deliberarem sobre as ações e as estratégias para a Assembleia Geral Unificada. O encontro acontecerá no dia 13 de abril, às 14h, no ginásio coberto do Clube dos Oficiais.

Dentre os assuntos discutidos durante a reunião foram definidos a comunicação e o marketing, além de toda a parte logística da Campanha Salarial 2011.

A hora de reivindicar é agora. Não fique de fora.

Valorização = salário digno

COMO FICA OS POLICIAIS DA BAHIA, JA QUE AS NOSSAS ASSOCIAÇÕES NADA FAZEM E NADA PENSAM???

O QUE VOCÊ FARIA........???????

 


80% apoiam movimento nacional de greve em favor da PEC 300

 Realizamos uma enquete em nosso site sobre a possibilidade de um movimento nacional de greve em resposta ao Governo Federal que insiste em procrastinar a aprovação da PEC 300.
A enquete utilizada foi a da plataforma do Blogger que tem a marca e a responsabilidade da empresa Google. O mecanismo da pesquisa empede que um mesmo computador vote duas vezes.
4864 pessoas participaram da enquete, número muito superior que qualquer pesquisa eleitoral ou de opinião pública realizada no Brasil, haja vista que estas pesquisas sempre focam em um universo menor de participantes, em torno de 2.000 entrevistas.
Veja o enunciado e os números da enquete da enquete realizada:


Você apoia um movimento nacional de greve em favor da PEC 300?

Sim e vou participar

  3911 (80%)

Sim, mas não vou participar

  843 (17%)

Não   80 (1%)

Estou em dúvida

  30 (0%)

Total Votos: 4864
Enquete encerrada em 31/12/2010.


Fala Almança: Os números não mentem a insatisfação generalizada em todas as Polícias e Corpo de Bombeiros do Brasil no tocante aos péssimos salários pagos aos profissionais de segurança pública. 

A possibilidade de uma greve nacional a cada dia torna-se mais evidente diante da recusa do Governo Federal e de muitos estados em tratar o tema com seriedade. 

Inventar um gasto estratosférico e forjado não irá resolver o problema nem convencer os profissionais da área de Segurança Pública. Esperamos e exigimos respeito. Sabemos que o país e os Estados tem condição de arcar com a implementação do piso nacional dos Policiais e bombeiros. Prova disso é o estado do Sergipe, que sem ajuda do Governo Federal já implementou um piso condizente com o grau de responsabilidade da profissão policial e de bombeiro.

Já há entendimento que nós policiais militares e bombeiros militares temos sim direito a greve, pois a Constituição proibe apenas AS FORÇAS ARMADAS de fazê-la. Ou seja, estamos superando o medo que sempre foi imposto a nós sobre o tema. 

Não iremos aceitar mais a miséria de salários que chegam ao ridículo como em estados como o Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. E se para isso precisarmos lançar mão de movimentos mais radicais como a greve ou aquartelamente, estejam certos que usaremos. 

Peço as autoridades, não paguem para ver. 

Sd Almança

Editor:  www.pec300.com

Associação apresente proposta de Carreira única na PM de Rondônia

A ASSFAPOM apresentara ao Governador do Estado, Confúcio Aires Moura, a proposta de Plano de carreira única, que contemplará toda Policia e Bombeiro Militar de Rondônia. O novo projeto é o plano de carreira, onde os militares entraram como soldados e irão até o posto de Coronel.
Com essa proposta de Lei, o Governador do Estado valorizará e resgatará seu bom conceito com a tropa, isto é, confirmará o que prometeu para a PMBM/RO em época de campanha. O Chefe do Executivo está vivenciando na pele que a única instituição que matem a Ordem Pública é a Policia Militar, mesmo passando por todo tipo de interpeles.
A tropa já não agüenta mais ficar da maneira que está, pois com esse Projeto de Lei de Promoções que fora encaminhado pela ASPRA-RO/ASSESFAM e demais, que esta na eminência de ser aprovada na casa de Leis, no qual o Governador apenas estará dando migalhas de promoções que não interferem em nada no salário do policial militar, não traz justiça aos mais antigos, trará, sem dúvida, a confirmação de que o policial deve aceitar de boca calada uma mísera promoção, sem ter realmente aquilo que todos esperam, que seja um Plano de Carreira com salários dignos da função Policial. Isso mostra que ainda existem covardes, que não vão contra aquilo que os oferecem, e que ainda baixam a cabeça para esse sistema.
A diferença salarial de um Soldado para Cabo é de R$100,00, aproximadamente, ou seja, esses Senhores que levaram a policia nas costas, que não puderam estudar, que durante 25 anos foram humilhados, massacrados com essa “ditadura interna” que rege a Instituição, hoje o que mais querem na vida, é se aposentar, mesmo que essa também seja uma humilhação, eles querem se livrar daquela que tanto os consumiu.
A Policia Militar, do nosso Estado, é considerada uma das mais honestas do Brasil, a menos corrupta, mesmo não sendo reconhecida por todos os Governadores que já passaram pelo nosso Estado.
“Iremos buscar todos os meios e recursos, para apresentar as Propostas da Associação (ASSFAPOM) ao chefe do Executivo, e caso, não sejamos recebidos e nem ouvidos, iremos informar a todas as autoridades e a Sociedade o nosso último recurso a PARALIZAÇÃO, ou seja, a GREVE.” Disse: Jesuino Boabaid.
“Não estamos em busca de algo que não nos pertence, o profissional da segurança precisa proteger sua família, pois como no próprio juramento da PM/BMRO é citado, Os PM/BM, tem que defender e salvar a sociedade de todas as formas, até mesmo com a própria VIDA. Essa sociedade se estende às nossas famílias que também precisam de uma boa moradia, uma boa escola, e estão correndo risco, na medida em que, o seu pai não pode nem ao menos lhe dar a sua segurança, morando ao lado do bandido, nas periferias da capital, onde está o maior índice de criminalidade”. Finalizou: o Presidente.


VEJA A PROPOSTA DE LEI.


O Governador do Estado de Rondônia, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 65° da Constituição Estadual, adota a seguinte medida.


Art. 1º Fica instituída a carreira única da Polícia e Bombeiro Militar de Rondônia a qual incia- se como soldado e encerra-se como Coronel de Polícia.
Art. 2º – A Polícia e Bombeiro Militar de Rondônia criará normas e mecanismos para a ascensão profissional.
Art. 3º – Unificam-se todos os quadros da Polícia e Bombeiro Militar ao Quadro de Policiais e Bombeiro Militares Combatentes, exceto o Quadro dos médicos que permanecesse conforme se encontra na lei.
Art. 4º – Deixa de existir o número de vagas para promoção, havendo progressão funcional conforme tabela em anexo.
Art. 5º – Todos os benefícios contidos nesta lei estendem-se aos policiais e bombeiro militares inativos, da reserva remunerada e as pensionistas.
Art. 6º – Deixa de existir o interstício e passa a ter progressão funcional conforme tabela do anexo I.
Art. 7º – Estabelece o Mês Março como sendo a data base do reajuste dos Policiais e Bombeiros Militares de Rondônia.
Art. 8º – Institui o reajuste anual para os Policiais e Bombeiro Militares no mesmo percentual concedido ao Fundo Estadual.
Art. 9º – A promoção para 2º Ten. será exclusiva dos subtenentes ou, quando não houver subtenente habilitado, deverá ser primeiro Sargento obedecendo ao critério da antiguidade.
Art. 10º – Cria-se a gratificação para os policiais e bombeiro militares que estejam exercendo função de monitor, instrutor e ou comandante de pelotões dos cursos de formação e profissionalização.
Art. 11º – Cria-se a gratificação de escolaridade para curso acima de 120horas/aulas no mesmo valor pago referente a um serviço voluntário. Os cursos ministrados serão os seguintes:
I – a Curso de Formação de Praças, o Curso de Formação de Soldado;
II – a Curso de Aperfeiçoamento de Praças, o Curso de Formação de Sargentos;
III – a Curso de Altos Estudos de Praça, o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos;
IV – a Curso de Formação, os cursos superiores exigidos para o ingresso dos militares dos Quadros de Oficiais Militares QOPMA e ESPECIALISTAS.
Art. 12º – O Policial e Bombeiro Militar, quando completar trinta anos de efetivo serviço à Corporação, será promovido automaticamente ao posto ou graduação seguinte na escala hierárquica.
Art. 13º – Cria-se a gratificação de escolaridade para os cursos de pós-graduação, mestrado, doutorado, bacharelado no valor pago referente a dois serviços voluntários por cada certificado apresentado.
Art. 14º – Para a progressão funcional ao posto de coronel será exigido os cursos de bacharel em direito, Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais, Curso de Altos Estudos de Oficiais, curso superior de oficial, que serão ministrados a partir do posto de capitão pela PM/BMRO..
Art. 15º- Excepcionalmente, os (PM/BM), que a partir da publicação desta lei,farão jus à designação para os cursos constantes no Art.11, respeitando critério de antiguidade, na modalidade de Ensino à Distância para as disciplinas teóricas no âmbito de seus respectivos batalhões, sem prejuízo de suas atividades funcionais.
Art. 16° – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 17° -Revogam-se as disposições em contrário.


TABELA DOS QUADROS DE POSTOS E GRADUAÇÕES DA PM/BMRO E SEUS RESPECTIVOS VENCIMENTOS


Coronel PM
NÍVEL ÚNICO R$ 18.275,00
Tenente-Coronel PM
03 ANOS /NÍVEL 03 R$17.947,00
02 ANOS/ NÍVEL 02 R$17.321,50
01 ANO / NÍVEL 01 R$17.021,00
Major PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 16.832,50
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 16.521,00
01 ANO / NÍVEL 01 R$ 16.075,75
Capitães PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 15.887,25
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 15.530,75
01 ANO/NÍVEL 01 R$ 15.085,25
Primeiro-Tenente PM
03 ANO/NÍVEL 01 R$ 14.935,00
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 14.600,00
01 ANO/NÍVEL 03 R$ 14.150,50
Segundo-Tenente PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 13.854,00
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 13.542,00
01 ANO/NÍVEL 01 R$ 13.175,00
SubtenentePM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 12.827,00
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 12.361,50
01 ANO/NÍVEL 01 R$12.130.50
1º Sargentos PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 11.965,00
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 11.499,50
01 ANO/NÍVEL 01 R$ 11.034,00
2º Sargentos PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 10.968,50
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 10.375,25
01 ANO/NÍVEL 01 R$ 10.026,75
3º Sargentos PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 9.939,25
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 9.473,75
01 ANO/NÍVEL 01 R$ 9.008,25
Cabos PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 8.892,70
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 8.310,00
01 ANO/NÍVEL 01 R$ 8.198,00
Soldado PM
03 ANOS/NÍVEL 03 R$ 7.238,20
02 ANOS/NÍVEL 02 R$ 6.850,00
1 ANO/NÍVEL 01 R$ 5.952,20

Dupla policial é assassinada próximo ao Barradão

 

Um sargento reformado que já havia sido preso por tráfico de drogas e uma soldado da Polícia Militar foram mortos no início da noite desta quarta-feira (23), após um atentado realizado nas proximidades do Barradão, em Canabrava. Arginoel José da Silva Junior, de 35 anos, e Sara Reis dos Santos, de 31, estavam em uma lava-jato quando bandidos chegaram em dois carros e realizaram uma série de disparos. Arginoel não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O sargento, que havia sido reformado em  janeiro de 2008 por problemas psiquiátricos, foi preso em flagrante seis meses depois por tráfico de drogas, processo que respondia em liberdade. Já Sara, estava lotada na 23ª Companhia de Polícia, em Tancredo Neves. Ela chegou a ser internada no Hospital São Rafael, mas veio a óbito às 20h15 desta quarta. Testemunhas disseram ao Bahia Notícias que os dois já haviam sido casados e que o atentado teria sido uma emboscada contra a policial.

Complexo policial pode ter energia cortada

 

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Técnicos da Coelba estiveram no Complexo Policial Investigador Bandeira, em Feira de Santana, na noite desta quarta-feira (23), com a determinação de suspender o fornecimento de energia no local. Saíram sem executar o serviço, pois foram impedidos por policiais que estavam de plantão, sob a alegação de que o complexo, que possui carceragem, não poderia ficar sem iluminação. Conforme informações do site Central de Polícia FSA, a dívida total do espaço com a Coelba é de R$ 58.286,79, correspondente a quatro meses de atraso no pagamento. O coordenador da Polícia Civil no município, delegado Fábio Daniel Lordello, se reunirá com representantes da SSP na tarde desta quinta-feira (24), em Salvador, para tentar resolver o problema. Na área do complexo estão localizadas várias delegacias, a 3ª Ciretran e o Departamento de Polícia Técnica

Tentaram calar a voz de um defensor da PEC 300

Diante do grande engodo que está se tornando a democracia brasileira, muitos cidadãos lúcidos descobriram através dos blogs a forma de fugir da imprensa corporativa e tendenciosa, expressando na rede mundial de computadores a sua opinião franca, sua revolta, angústia e também um método rápido, fácil, de longo alcance, de denunciar as artimanhas e os métodos pouco ortodoxos de como os verdadeiros articuladores do crime organizado tomam conta do poder público e se utilizam dele para se perpetuar no poder.

Tomo como exemplo o blogueiro Ricardo Gama, que ganhou notoriedade por se aprofundar em suas denúncias contra os desmandos do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Nada mais justo. A internet virou um maravilhoso instrumento propagador, principalmente para denunciar aqueles que se utilizam do poder para, pura e unicamente, praticar maldades contra o povo e contra os trabalhadores da segurança pública. E Ricardo Gama desempenha com primazia esse papel. E por isso incomoda a muita gente. Muita gente poderosa.

As suas denúncias fizeram com que ele virasse alvo de muitas autoridades poderosas. A sua voz na blogosfera irrita e incomoda esses tiranos da democracia. Mas nunca se imaginou até onde essa revolta poderia chegar.

O recado veio nessa tarde de quarta-feira (23). Tentaram calar um dos defensores da PEC 300. Tentaram eliminar Ricardo Gama numa emboscada em Copacabana. De dentro de um carro, pistoleiros efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra ele. Três tiros o atingiram. Um alcançou o seu peito e dois alvejaram o rosto. Por infelicidade dos que queriam calar a boca do corajoso blogueiro ele não morreu. Tremei covardes de terno, Ricardo Gama vai voltar.

Capitão Assumção

Primeira "UPP" de Salvador será instalada no Calabar

A primeira base comunitária similar à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) carioca a ser implantada em Salvador será no bairro do Calabar, e não mais no Nordeste de Amaralina, como inicialmente planejado. A unidade será instalada até o final de abril, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP).
O secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa, visitou nesta terça-feira (22) o Calabar, ao lado da cúpula da Polícia Militar. Segundo Barbosa, além de conhecer melhor o local, a visita também buscava ouvir a população "sobre as reais necessidades da comunidade em termos de policiamento".
Durante a visita, o secretário passou pelo Centro de Saúde e o Centro Comunitário do bairro. "Uma das missões das bases comunitárias é, justamente, aproximar a polícia do povo”, disse Barbosa.
Em dezembro, o secretário disse ao CORREIO que o local desta primeira base ainda era estudado. “A instalação será definida de acordo com a nossa capacidade, o índice de homicídios nos bairros e as áreas que são controladas pelo narcotráfico”, disse.
A parceria com o governo federal, através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Pronasci, prevê que sejam instaladas 164 UPPs no estado. Segundo o secretário, isso deve acontecer "ao longo de quatro a cinco anos".
 
"SÓ NOS FALTA COPIAR O SALÁRIO DO RIO DE JANEIRO..."

Policial perde uma das visões após ser baleado no Nordeste de Amaralina

Edvaldo Santos de Jesus, de 41 anos, realizava uma ronda preventiva na região quando foi atingido pelo tiro

 

Um policial foi baleado na noite desta segunda-feira (21) na Rua Santo Antônio, nas proximidades do Boqueirão, no Nordeste de Amaralina. Segundo informações de um policial que estava no Hospital Geral do Estado (HGE) e não quis se identificar, Edvaldo Santos de Jesus, de 41 anos, realizava uma ronda preventiva na região quando foi atingido pelo tiro.
O disparo veio do alto e atingiu o policial na cabeça. A bala atravessou o rosto da vítima e ainda lhe feriu no ombro. O policial que não quis se identificar informou que Edvaldo perdeu a visão de um dos olhos e que permanece internado no HGE, com quadro estável, mas sob coma induzido.
O policial é da 35ª Companhia Independente da Polícia Militar - Iguatemi, e apoiava os trabalhos de prevenção à criminalidade na região do Nordeste de Amaralina. A polícia investiga a identidade do autor do disparo.
SuspeitosApós o atentado contra o policial, agentes cercaram a região do Nordeste à procura de possíveis suspeitos. Durante uma abordagem, policiais verificaram que três homens estavam em um Vectra de cor prata roubado.
Os rapazes foram encaminhados à Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos, no Iguatemi, onde permanecem presos pelo roubo do veículo. A polícia ainda investiga se os três possuem envolvimento na ação que feriu Edvaldo.  

Policial morto em assalto na Liberdade será enterrado na manhã desta quarta-feira

A Polícia Civil já identificou um dos suspeitos e tem pistas que levam aos dois criminosos que participaram do assalto


O policial que foi assassinado nesta terça-feira (22) na Ladeira do Guarani, no bairro da Liberdade, terá seu corpo sepultado às 11h desta quarta-feira (23) no cemitério Bosque da Paz, na Estrada Velha do Aeroporto, em Salvador.

Revoltados com a morte de colega, PMs iniciaram ontem a caça aos assaltantes
O crime - com informações do repórter Bruno MenezesOntem era para ser um dia de festa na casa do policial militar João da Silva Rodrigues, de 44 anos. Um dos filhos do soldado completou 12 anos e ganharia uma festa na noite de ontem. No entanto, a comemoração foi interrompida com os dois tiros que atingiram o PM durante um assalto na Ladeira do Bairro Guarani, na Liberdade.
A Polícia Civil já identificou um dos suspeitos e tem pistas que levam aos dois criminosos que participaram do assalto, mas até a noite de ontem eles ainda não haviam sido presos. Duas testemunhas foram ouvidas oficialmente e moradores do local repassaram informações para os investigadores.
O crime aconteceu por volta das 13h20, quando o PM parou seu carro, o Prisma preto LPI-2597, em frente a uma casa na Ladeira do Guarani, onde  pegaria o bolo de aniversário do filho. “A moça, que era conhecida do policial, fez o bolo da festinha. Ele parou o carro e estava esperando ela sair quando foi abordado”, disse um morador sem se identificar.
Os dois bandidos que praticaram o crime chegaram a pé e renderam o PM, que foi obrigado a sair do veículo e foi imobilizado por um dos criminosos. “Ali mesmo, naquele bolo, ele já levou o primeiro tiro”, completou a testemunhas. A bala atingiu o queixo de João e ficou alojada na cabeça. Antes de fugirem no carro do policial com todos os documentos da vítima, João ainda foi atingido por um segundo disparo.
Arma  O PM foi socorrido por colegas de farda para o Hospital Geral Ernesto Simões Filho, no Pau Miúdo, onde já chegou morto. Testemunhas afirmam que o policial reagiu, mas o titular da 2ª Delegacia, na Lapinha, delegado Miguel Cicerelli, garante que o policial foi assassinado porque os bandidos perceberam que João estava armado.
“Eles chegaram deram a voz de assalto e depois, vendo o volume na cintura, pediram a arma. Ao identificarem que ela era policial, dispararam e fugiram no carro da vítima”, explicou o delegado, que garantiu que os criminosos estarão identificados e com mandados de prisão expedidos em no máximo 15 dias.
João era policial militar há 17 anos e trabalhava lotado na 17ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) no Uruguai. O carro do PM e os documentos pessoais de João, roubados pelos criminosos, não foram encontrados.

No local do crime, a polícia, com a ajuda de moradores, conseguiu recuperar um revólver Rossi feito de aço cromado, calibre 38, que seria de propriedade do policial. O delegado Cicerelli, não permitiu que a arma fosse fotografada.
A assessoria de imprensa do Hospital Ernesto Simões informou que o policial chegou à unidade sem vida, com apenas R$ 27 no bolso e uma pistola na cintura. Colegas de trabalho de João constataram que ele possuía duas armas — o revólver cromado e uma pistola —, mas a pistola não foi apresentada na delegacia.
OPERAÇÃO A polícia agora conta com a ajuda das testemunhas para identificar o segundo criminoso que participou da ação. “Temos mais de 500 policiais e mais de 100 viaturas rodando  Salvador em busca desses marginais. Mexeram com a polícia e agora temos que responder. Já sabemos quem efetuou os disparos que mataram o policial. Agora, falta saber quem é o comparsa”, diz o delegado, sem revelar a identidade do suspeito.
Cicerelli lamentou ainda o fato de mais um policial baiano ter sido assassinado por criminosos. “Na semana passada nós já perdemos um policial civil, assassinado na Ilha de |Itaparica. Agora, o soldado João, assassinado, pelo visto, pelo mesmo motivo: era um agente da segurança pública. Isso entristece as corporações e nos faz pensar sobre as dificuldades da profissão. A polícia baiana está triste com essa perda”, promete o delegado, lembrando o policial Wilson Magalhães da Silva, morto na madrugada de sexta-feira.

CEM DIAS E AÍ?

CEM DIAS E AÍ? 

Esse ano foi de mudanças nos cenários nacional e estadual, com exigência redobrada para os chefes do Poder Executivo, sendo a primeira vez que uma mulher dirige a nação e um socialista pessoense comanda o Estado da Paraíba.

Em que pese a expectativa de todos os paraibanos, inclusive a minha, conforme retratado em crônica anterior (Choque de Gestão) vamos chegando nos cem dias e pouca coisa acontecendo.

A presidente Dilma Rousseff, conhecida na campanha eleitoral com “mãe do PAC" – Plano de Aceleração do Crescimento – reduziu as verbas do projeto reestruturante do Brasil, concedeu misero aumento no salário mínimo, modificou as alíquotas do imposto de renda e já sinaliza para trazer de volta o monstro da CPMF.

No plano estadual, o governador Ricardo Coutinho, malgrado tenha recebido o Estado com problemas financeiros e mesmo com o “choque de gestão”, não consegui muita coisas, diante das expectativas dos paraibanos.

Ricardo teve vários dos auxiliares, de primeiro e segundos escalão, abandonado cargos sem justificativa plausível. Daí, a Educação ter colégios funcionam em meia voltagem; na Saúde reclamação de ausência de pagamento de profissionais e interferência da secretária municipal de saúde, com falta de medicamentos de uso continuo; na Segurança o descumprimento do projeto “PEC 300 da PB” projetou greve branca na polícia militar e civil; no Campo Político, vários aliados reclamando pela ausência de prestígio na administração, com cooptação desmedida de adversários, sem falar nos milhares de pró-tempores demitidos.

No próximo dia 10 de abril quedaram completos os CEM DIAS de administração dos governos federal e estadual e em palavras simples: já se passaram quase cem dias de administração no Governo Federal e Estadual e até agora pouco apareceu aos olhos do povo, e a popularidade da Presidente Dilma com índice 47% de aprovação não é o desejável.

Já o Governador Ricardo Coutinho vem queimando a gordura de popularidade, com atuação pouco convincente, porém mantendo sempre ótimo desempenho no campo da mídia com forte blindagem para divulgação dos desacertos da sua atuação administrativa.

Os paraibanos rezam e esperam que os administradores nos níveis federal e estadual possam cumprir suas promessas de campanha e trazer para nosso pequenino estado projetos estruturantes, com geração de renda, empregos e aumento da circulação de riquezas e divisas.

Particularmente, continuo torcendo pelos chefes do executivo, comandantes das principais atividades essenciais a vida em sociedade como saúde, educação e segurança, para que elaborem bons projetos e planejamento na execução possibilitadora do crescimento público, claro, com um bom toque de sorte.

O tempo passa velozmente restando aguardar, pacientemente, que o piloto automático do vôo administrativo mantenha o seu curso normal de crescimento e evitando o colapso dos setores essenciais da sociedade.

Delegados se reúnem com Maia e só pedem para eles

Presidente da Câmara recebe reivindicações dos delegados de polícia
PEC 300, que irá beneficiar a grande maioria dos bombeiros e policiais brasileiros nem ao menos foi citada em reunião. Os delegados foram "desenrolar a guerra" deles. Acompanhe:

Marco Maia propõe a criação de um grupo de trabalho para sistematizar todas as proposições relativas à segurança pública
O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, esteve reunido, nesta terça-feira (22), com representantes de entidades de delegados de polícia, entre eles, o presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (ADEPOL), Carlos Eduardo Benito Jorge, o presidente em exercício da Associação Nacional de Delegados de Polícia Federal, Bolívar Steinmetz, o presidente do Sindicato dos Delegados do Distrito Federal, Benito Tiezzi, o presidente do Sindicato do Ceará, Mílton Castelo, além de deputado federal Lourival Mendes (PTdoB/MA), também delegado de polícia.
A categoria solicitou ao presidente Marco Maia o andamento de seis proposições que tramitam na Câmara:
PEC 549/06 que prevê a reinserção dos delegados de polícia no rol das carreiras jurídicas;
PEC 381/09 que cria o Conselho Nacional de Polícia Judiciária;
PLs 1949/07 e 6493/09 que estabelecem a Lei Geral da Polícia Civil e a Lei Orgânica da Polícia Federal e da Polícia do Distrito Federal;
A regulamentação do parágrafo 7º do artigo 144, da Constituição Federal, que garante a eficiência dos órgãos de segurança;
PL 6578/09 que trata do combate às organizações criminosas;
PL 8045/10 que trata da reforma do Código de Processo Penal.
Para o presidente da Câmara, a pauta é de interesse da sociedade, já que visa melhorar a qualidade de segurança pública no país. Marco Maia sugeriu a criação de um grupo de trabalho que possa sistematizar todas as proposições relacionadas à segurança pública para buscar um consenso entre os líderes partidários. "É importante termos em mente que a sociedade exige mais eficácia dos agentes de segurança e apoia ações mais efetivas no combate ao crime organizado. Cabe aos senhores delegados sensibilizarem os parlamentares para que os temas entrem na pauta de votações e terão o meu apoio", afirmou Marco Maia.

Fonte: Agência Câmara

Protesto contra Obama na Cinelândia é contido por forças militares

Redação SRZD | Rio+ | 20/03/2011 15h40
Os manifestantes que faziam um protesto contra a visita do presidente americano Barack Obama não poderam ficar próximo do perímetro  de segurança montado no entorno do Thetro Municipal, na Cinelândia, no Centro do Rio. De acordo com a Polícia militar, cerca de 400 pessoas tiveram que terminar o protesto no Passeio Público, próximo da Cinelândia, quando encontraram uma barreira militar. Mas os manifestantes ocuparam a Cinelândia com cartazes pedindo para Obama voltar para os Estados Unidos.

Onze entidades organizaram a manifestação, entre eles o Movimento dos Sem Terra, Conlutas e o Sindicato dos Petroleiros. Eles começaram no Largo do Machado, passando pela Glória até chegar ao Passeio. Segundo o presidente do Sindicato dos Petroleiros, Emanuel Cancela, o combinado era parar assim que encontrassem uma barreira

O presidente do PSTU-RJ, Cyro Garcia, disse que o movimento visa também a exigir a libertação imediata de 13 pessoas detidas na última sexta-feira (18) à noite, no centro da cidade, durante manifestações contra Obama que resultaram em um vigilante ferido por bomba incendiária lançada contra o Consulado dos Estados Unidos.
Policiais também protestaram

Um grupo de policiais e bombeiros também protestaram com cartazes pedindo a Pec-300, que pede igualar salários dos militares estaduais de todo o Brasil (ativos e inativos) aos salários dos militares do Distrito Federal. Um deles dizia o seguinte: "Governo Brasileiro não tem compromisso com a segurança do cidadão para mudar PEC-300". Outro falava que os policiais do Rio ganhavam o menor salário do Brasil.

Manifestações educacionais também aconteceram."Justiça UERJ - Nossos filhos precisam estudar" e "Cadê a justiça do estado?" foram algumas das placas de protesto também encontradas no local.

Relato de um cidadão indignado que precisou da Polícia

Sou proprietário de um pequeno supermercado em um bairro de Ipirá no interior do estado da Bahia e encontrava-me em mais um dia de trabalho de Domingo, apesar de cansado, estava tranqüilo, quando à tarde, pouco antes de fechar, entraram dois assaltantes dominaram meus poucos clientes e meu funcionário do caixa (na verdade ajudante geral) e roubaram todo meu caixa, R$ 465,00 (parece pouco, mas para um pequeno comerciante que acordou as 5:30 da manhã e deu duro o dia todo é muito). Na hora pensei em reagir, pois a arma do ladrão parecia de brinquedo e não achava certo eles levarem todo meu dinheiro do dia. 
Diante disto fiz igual a todo cidadão desesperado faz, liga para o 190 e chama a policia, daí fiquei indignado, porque o telefonista da PM estava mais preocupado em fazer perguntas do que mandar logo a viatura. Fiz inúmeras ligações e passaram mais de 30 minutos e nada da viatura chegar e o telefonista só dizia “eu vou cadastrar sua ocorrência, senhor, e é só o senhor aguardar.” Eu lá queria saber de “cadastrar ocorrência”, eu queria uma viatura no meu trabalho. 

Passados exatos 48 minutos chegaram dois policiais em duas motos vieram em minha direção e eu não quis nem saber, já cheguei “soltando os cachorros em cima dos policiais, quando um deles após me ouvir pacientemente, com muita calma e educação, me interrompeu e perguntou se tinha sido vítima de roubo, eu nem esperei ele terminar de falar e já respondi que sim e depois desta demora não precisava mais da polícia lá e que eles podiam ir embora e paciente policial militar com um semblante triste me respondeu:  
“tudo bem senhor só que nós precisamos do senhor, porque um dos ladrões que roubou o supermercado do senhor deparou com a viatura no momento em que os PM estavam vindo pra cá e na troca de tiros foi baleado e está no hospital e por isso é necessário que o senhor nos acompanhe para fazer o reconhecimento e a gente conseguiu localizar R$ 465,00 com o outro ladrão que foi preso.”
A partir daí vi como sou uma pessoa medíocre e mesquinha, pois pensava só em mim e no meu dinheiro enquanto  pessoas que nem me conhecia trocavam tiros em tempo de morrerem por mim. Como sou idiota a ponto de pensar em reagir em um assalto achando que a arma era de brinquedo.

Chegando ao hospital não estava mais preocupado com o meu dinheiro e nem com em reconhecer o ladrão que havia me roubado, estava preocupado se algum PM havia sido balaedo por mim, ou melhor, pela sociedade ingrata e injusta, que não reconhece o trabalho destes nobres profissionais. Fiquei sabendo que nenhum policial havia sido baleado "Graças a Deus" e o ladrão que havia me roubado havia morrido.

Fiquei indignado (agora sim) quando cheguei ao plantão policial e vi pessoas gritando para os policiais na calçada: “assassinos, covardes e minha indignação aumentou mais ainda quando os jornais do município e da região anunciaram: “policia mata pintor em troca de tiros”, e quando grandes jornais anunciam: “aumentou o número de mortos pela policia militar”. E o policial militar baleado, ninguém fala nada? O pai de família, assim como eu, é ferido ou morto, ninguém comenta?

Daí faço uma pergunta: quem está certo o policial que arrisca a vida para nos proteger, eu que, assim como todo o trabalhador, acordo cedo, inclusive nos finais de semana e dou um duro danado para sustentar a família ou o ladrão?

A partir daí resolvi conhecer melhor o trabalho destes valorosos homens indo ao quartel e conhecendo a sua central telefônica, onde fiquei impressionado com a quantidade ligações e a quantidade de trotes e de relatos que não são problemas de policia, daí vi a importância da quantidade de perguntas que aquele excelente profissional que atende ao telefone me fez. 

O pior de tudo é que não acabou ai, porque o policial que acertou o ladrão que baleou seu amigo está sendo processado pela morte do ladrão, foi afastado da rua, teve que mudar com sua família porque deram vários tiros na casa onde morava e ainda teve que ouvir do advogado do ladrão que o bandido era ele. Meu Deus! Desse jeito onde vamos parar?

Agora para me redimir o que me resta a fazer é dizer quanto sou grato aos Policiais pelo seu trabalho, parabenizá-los e dizer sempre quando vejo uma viatura ou ouço uma sirene: “fiquem com Deus meus grandes amigos e heróis.
 
 
 
                                                                                           Saudações Milicianas

 



As Lições de Muricy Ramalho

Autor: Rosuilson Cardoso

Embora reconheça que não sou nenhum exímio praticante da arte futebolística, nem mesmo durante os estimulantes finais de semana, confidencio que me sinto atraído pelo mundo do futebol, muito mais pelo o que acontece no espaço exterior às quatro linhas que delimitam o ambiente de confronto entre os times adversários do que pelos passes, os lances e, até mesmo, o gol.

Os personagens, os fatos e as cifras que estão envolvidas na promoção dos campeonatos são, por demais, interessantes e, sem dúvidas, tem uma influência direta neste que é denominado como o esporte das multidões. Logo, é impossível não se deter sobre os valores que determinado jogador recebe para exercer o seu ofício de entretenedor ou a quantia que certa rede de televisão se propõe a pagar para transmitir os jogos. São números extraordinários, ainda mais quando comparados ao fato de que 56,8% da população brasileira, segundo os dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) publicados pelo IBGE, sobrevive com uma renda familiar entre zero e 465 reais.

Porém, a notícia que me surpreendeu recentemente no mundo do futebol foi a postura de Muricy Ramalho quando renunciou ao cargo de técnico do Fluminense Football Club (sim, este é o nome oficial do clube!) e as justificativas por ele apresentadas.

Conhecido pela sua desenvoltura e linguajar peculiar, Muricy nos brindou a todos com uma verdadeira lição de respeito a princípios éticos, correção moral e de fidelidade aos seus ideais. Ele, em entrevista à Rede Globo de Televisão, expôs os fatos que o forçaram a abdicar do seu posto. Fala que lhe foram asseguradas garantias de que a infra-estrutura do time seria melhorada, mas que, em contrapartida, era necessária a conquista de títulos. Muricy cumpriu a sua parte e o Fluminense sagrou-se, após 26 anos, campeão do campeonato brasileiro de futebol do ano de 2010. O time, por sua vez, não cumpriu o quanto prometido.

Para um melhor entendimento, destrinchei a declaração, ipis literis, que Muricy Ramalho prestou à Rede Globo e fiz a seguintes observações:

“Quando eu vim pro Fluminense, a gente tinha alguns objetivos [...] o primeiro objetivo foi alcançado [...] que foi ganhar o campeonato. Mas só que o segundo eu não consegui. Como isso era combinado, eu abri mão do contrato muito bom que tinha. Vou ficar desempregado [...].”

Muricy, para assumir o cargo de técnico do Fluminense, estabeleceu os objetivos a serem atingidos. Pergunta: nossas instituições de segurança pública possuem objetivos claros para o cumprimento das suas missões constitucionais ou trabalham de forma improvisada, agindo apenas sob demanda? O técnico foi claro sob a necessidade de melhoria estrutural do seu local de trabalho para a consecução dos objetivos aos quais se propôs. Pergunta: os nossos comandantes-em-chefe ou gestores políticos máximos sabem, realmente, quais são as nossas necessidades estruturais e que, sem o atendimento destas, qualquer espécie de injeção de recursos, humanos e materiais, redundará apenas em despesa e não em investimento?

“[...] A gente machucava nossos jogadores a todo momento [...] No nosso local de trabalho, infelizmente as coisas não melhoraram. A gente perde demais com isso. Perde qualidade, perde jogadores, porque eu preciso de um lugar bom pra trabalhar. É um absurdo a gente trabalhar do jeito que a gente está trabalhando [...].”

O treinador mostrou-se preocupado com o fato de que, devido às más condições do seu local de trabalho, os jogadores do seu time estavam se machucando. No estado da Bahia, em pouco mais de seis meses, quatro policiais militares cometeram suicídio! Pergunta: há motivos para nos preocuparmos com isso? Ele percebeu, também, que a falta de infra-estrutura do clube estava estimulando a saída de jogadores do clube e influenciando diretamente a (má) qualidade do seu trabalho. Pergunta: este fato se assemelha a “fuga de cérebros” e a desmotivação que assola o nosso efetivo?

“[...] E eu não sou esse tipo de treinador que fica mudando de clube, indo pro outro assim por alguma vantagem. Mesmo porque o que eu ganho no Fluminense com certeza ninguém vai pagar.”

O competente técnico abriu mão de um salário mensal estimado em 500 mil reais, ficará temporariamente desempregado e, cético que é, afirma saber que nenhum time do futebol brasileiro estaria disposto a lhe pagar o valor que, por si, deixará de receber. Pergunta: Muricy não se apegou ao seu cargo e ao seu bom salário, se apegaria, então, a gratificações (DAS, DAÍ, CET etc.), diárias, honorários de ensino e horas-extras?

A natureza é cíclica: começo, meio e fim. Quando as coisas não saem exatamente como planejamos, além de revermos as etapas do planejamento (analisar a situação; determinar os objetivos; identificar o público; definir estratégias; estabelecer recursos; operacionalizar; controlar e avaliar), devemos, se possível, reparar os erros. Quando estes erros, porém, não decorrem exclusivamente das nossas ações, devemos informar aos nossos gestores e com eles, inclusive, partilhar a responsabilidade pela ocorrência dos mesmos, nos desapegarmos do cargo e das suas benesses e, cônscios da nossa competência, seguirmos em frente, ainda que em outro local de trabalho. Afinal, não somos insubstituíveis nem podemos personificar individualmente projetos de cunho institucional.

É, meus caríssimos, para quem pensa que o futebol é apenas um esporte no qual um monte de marmanjos e, eventualmente, mulheres ficam correndo atrás de uma bola, ele, mais uma vez, mostra-se, além de uma arte, uma caixinha de surpresas. Parabéns Muricy Ramalho.

*Rosuilson Cardoso é Tenente da Polícia Militar da Bahia, atualmente servindo na 57ª CIPM/Santo Estevão.