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Volta a pressão dos policiais pela PEC 300


Quase um ano e meio depois da aprovação em primeiro turno, representantes dos PMs e bombeiros ocuparão a Esplanada dos Ministérios para pressionar pela aprovação do piso salarial da categoria

Além de manifestação na Esplanada dos Ministérios, defensores da PEC 300 criarão uma frente parlamentar em defesa do piso salarial dos PMs

Mário Coelho

Quase 15 meses após a votação do primeiro turno da Proposta de Emenda à Constituição 300/08, que cria o piso nacional para policiais e bombeiros militares, o assunto volta à tona na Câmara. Nesta terça-feira (31), será lançada uma frente parlamentar em defesa da PEC 300, com a intenção de pressionar o governo para concluir a votação da matéria. Policiais de vários estados devem chegar a Brasília para fazer manifestações hoje e amanhã.

A tramitação da PEC 300 está parada desde março do ano passado, quando a proposta foi aprovada em primeiro turno na Câmara. Desde então, o governo conseguiu adiar a votação do segundo turno. A atuação do Palácio do Planalto ocorreu por dois motivos. O primeiro é por conta da criação de um fundo, abastecido com dinheiro da União, para bancar o aumento salarial dos policiais e bombeiros. O segundo é a pressão feita pelos governadores.

“Muitos estados terão dificuldades com a elevação das folhas de pagamento”, disse o vice-líder do governo na Câmara, Osmar Serraglio (`PMDB-PR). A proposta aumenta para R$ 3,5 mil o salário inicial dos praças e para R$ 7 mil o dos oficiais. Atualmente, a média nacional é de R$ 1.814,96. Esses valores seriam provisórios até a aprovação de uma lei complementar estabelecendo critérios para o reajuste salarial.

“Na verdade, os governadores estão interpretando de forma equivocada essa questão da PEC 300. O que nós desejamos através dela é criar um fundo constitucional, ou seja, para que a União transfira recursos para os estados, para complementar as folhas de pagamento. Portanto, não há problema para os estados, o fundo os socorrerá”, afirmou o presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara, deputado Mendonça Prado (DEM-SE), após audiência pública realizada no Piauí sobre o assunto.

Para justificar a criação do fundo, deputados defensores da PEC 300 usam o exemplo do Distrito Federal. A capital do país recebe do governo federal uma verba para custear despesas de educação, saúde e segurança pública. Em 2010, o valor foi de aproximadamente R$ 7,6 bilhões. “O fundo vai socorrer alguns estados que não terão condições de pagar o reajuste, como é feito no Distrito Federal”, disse o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), autor da PEC 300.

O Fundo Constitucional do Distrito Federal foi criado por meio da Lei nº 10.633, de 27 de dezembro de 2002, no fim do governo Fernando Henrique Cardoso, para destinar recursos necessários à organização e manutenção da Polícia Civil, Militar e do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal e dar assistência financeira para execução dos serviços de saúde e educação. O cálculo do reajuste anual do Fundo Constitucional leva em conta a variação da receita corrente líquida da União durante 12 meses, a contar do período anterior a junho do ano em que o cálculo é realizado.

Prioridades do governo

No ano passado, o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que o governo não votaria propostas que possam “causar dificuldade financeira para a União ou para os estados no próximo ano”. A PEC do piso salarial de policiais e bombeiros seria uma delas. Na oportunidade, ele previu que o debate começaria em 2011. Porém, as prioridades do Executivo, neste momento, são outras.

A votação de matérias como a criação do Regime Diferenciado de Contratação (RDC), que simplica a Lei das Licitações para a Copa do Mundo de 2014 e para os Jogos Olímpicos de 2016, e o projeto do novo Código Florestal estão na frente. Além disso, a falta de dados confiáveis sobre o tamanho do fundo para financiar o aumento também aumenta a resistência do governo para votar o texto. As estimativas variam entre R$ 4 bilhões e R$ 40 bilhões.

Acordo

O problema para o governo é que, na votação do primeiro turno, a corporação dos policiais e bombeiros mostrou-se extremamente organizada. Na base da pressão, eles conseguiram aprovar a PEC em primeiro turno. Na tentativa de postergar a votação do segundo turno, na ocasião foi feito um acordo entre líderes governistas e representantes dos policiais para retomar a votação somente depois do segundo turno da eleição presidencial. O segundo turno aconteceu, Dilma Rousseff foi eleita, tomou posse e já está há cinco meses no governo. E não há notícia de retomada da discussão. Por isso, as categorias resolveram se reorganizar para retomar a pressão sobre o Congresso.

Dentro do acordo realizado na época, estabeleceu-se a criação da Comissão Nacional de Segurança Pública. Entre outras atribuições, ela teria a missão de analisar o piso salarial nacional para policiais e bombeiros militares. Porém, de acordo com Arnaldo Faria de Sá, PT e PMDB ainda não indicaram seus integrantes para o colegiado. As comissões especiais têm um prazo inicial pré-fixado para concluir seus trabalhos. Segundo a Secretaria Geral da Mesa, esse prazo será fixado no ato de criação da comissão especial.

Na tentativa de fazer pressão no governo, policiais de todo o país devem chegar hoje ao Distrito Federal para manifestações. A concentração para o ato está prevista para 10h em frente à Catedral de Brasília. A ideia, depois, é interditar a Esplanada dos Ministérios. À tarde, a Comissão de Segurança Pública realiza audiência pública para discutir a proposta de piso salarial nacional para policiais e bombeiros dos estados. Logo depois, a frente parlamentar será lançada.

Policiais protestam em audiência pública na ALBA e pede a implantação da PEC 300 na Bahia - 25/05/11

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Apoiado pelo Observatório da Cidadania (OBCI, um grupo de policiais liderado pelo soldado Jesus compareceram na terça-feira (3) à Assembléia Legislativa da Bahia com banners constando os dizeres: PEC 300 “Eu acredito, nós merecemos”. A chegada do grupo chamou a atenção do Secretário de Segurança Pública Maurício Teles Barbosa que, ao responder questionamentos do Deputado Estadual Capitão Tadeu Fernandes (PSB-BA), verbalizou que um dos itens necessário para minimizar os problemas inerentes à segurança pública no estado, é melhorar as condições salariais dos policiais e bombeiros militares, além de afirmar que pretende nomear os agentes e peritos que já foram formados. Além do OBCI, dezenas de agentes e peritos que aguardam nomeação também protestaram alegando terem abandonado seus empregos em virtude do curso e agora se encontram desempregados e enfrentam dificuldades.

No dia 31 de maio está previsto uma mobilização nacional pela retomada da luta pela PEC 300, momento em que haverá o lançamento da Nova Frente Parlamentar em Defesa da PEC 300. Como foi feito nas mobilizações anteriores, nós, do Observatório da Cidadania conclamamos a todos os policiais e bombeiros militares baianos a pressionarem suas respectivas associações para disponibilizarem os meios necessários para que em caravanas possam se deslocar até o Distrito Federal e incluir definitivamente a PMBA na luta pela dignidade de todos os Promotores de Segurança Pública.

Até a presente data a única certeza que se tem, é que, os policiais da Bahia se farão representar através do Deputado Capitão Tadeu. Aproveito o ensejo para propor a todos os policiais militares que nessa mesma data façam protestos em seus respectivos estados expondo em vias públicas faixas, cartazes e/ou pintando painéis em muros com os seguintes dizeres:

Governador respeite os policiais militares! Não nos force parar.

Governador a Polícia Militar vai parar!

PEC 300 Já! Ou greve na Polícia Militar... etc.








 

Relator da PEC 300 chega ao Piauí nesta sexta-feira


Deputado Mendonça Prado (DEM-SE) é presidente da Comissão de Segurança e defende a PEC que elevará salário dos PMs.

Esta marcada para esta sexta-feira (27), a mobilização da PM-PI em prol da PEC 300, proposta que equipara o salário de policiais e bombeiros militares aos pagos no Distrito Federal. O evento acontece na Câmara Municipal de Teresina, às 14hrs, com a presença do relator do proposta e presidente da Comissão de Segurança Públuica da Câmara Federal, Deputado Mendonça Prado (DEM-SE). A PEC 300 prevê salários de R$ 3.500,00 para soldados e R$ 7.000,00 para tenentes da corporação.

De acordo com o vereador Sargento R.Silva, que acompanha o processo de aprovação da PEC 300 desde 2008, o Piauí teve destaque entre os estados devido a dimensão da caminhada realizada no ano passado em favor da proposta, "por isso o relator colocou em sua agenda a vinda a Teresina", enfatizou o parlamentar.

A matéria teve aprovação, em primeiro turno, na Câmara Federal no ano passado, mas depois disso ficou parada. Agora, a pressão por parte da corporação deve ganhar novo impulso, sendo que nos dias 31 de maio e 1° de junho está programado um ato público em Brasília para pressionar o Governo Federal. Atualmente, policiais militares piauienses recebem salários que variam de R$ 1.200,00 a R$ 2.200,00.

Da Redação

Deputada mobiliza militares para pressionar votação da PEC 300 .

Qua, 25 de Maio de 2011 15:54 Assessoria .A deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB), se reuniu com representantes de todas as associações militares para organizar a ida de um grupo deles à Brasília para pressionar a votação da PEC 300.

A reunião aconteceu na segunda-feira (23/05), no restaurante dos Bombeiros. A deputada acreana que integra a Comissão de Segurança Pública da câmara dos deputados, provocou a reabertura das discussões sobre o Projeto de Emenda que beneficia os militares de todo o país com a isonomia salarial.

Ao contrário piso nacional da educação que provocou diversas ações na justiça por parte de governadores que alegavam não ter como pagar um piso nacional, a PEC 300 prevê a criação de um Fundo Nacional subsidiado pelo governo federal por um período de 10 anos, para os estados que comprovadamente não tiverem como pagar o aumento salarial previsto. Isso faz com que os próprios governadores passem a aderir ao movimento dos policiais, porque vão receber mais verbas, se for aprovada.

“No congresso ganha quem gritar mais forte. Eu não tenho dúvida que se quinhentos policiais forem fazer barulho no congresso a PEC será aprovada. Mas é preciso mobilizar. É preciso envolver toda a bancada federal nessa luta. Eu sozinha não consigo e por outro lado não tenho mais condições emocionais de conversar com as esposas dos policiais e ouvir o quanto os salários estão aquém das necessidades”, desabafou a deputada comunista.

A idéia é levar uma delegação do Acre para participar da audiência pública para discutir a situação financeira dos trabalhadores civis e militares da área de segurança, marcada para o dia 31/05 em Brasília, que também debaterá a PEC 300.

Para a ocasião espera-se a presença de no mínimo 500 policiais em Brasília para forçar a votação da PEC em segundo turno. Os militares do Acre garantiram a participação no evento e se comprometeram a buscar auxílio dos outros deputados federais e até estaduais, uma vez que a deputada Perpétua Almeida garantiu além da acomodação na capital federal, uma passagem de ida e volta tirada do salário dela.

“Vamos nos organizar a partir de agora e já sair em busca do que precisamos para essa viagem” garantiu o militar Abrahão Puppo.


Fonte: http://www.oriobranco.net/politica/14564-deputada-mobiliza-militares-para-pressionar-votacao-da-pec-300.html

Segurança discute carga horária de policiais e bombeiros na terça

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado vai realizar audiência pública na próxima terça-feira (24), às 14 horas, no plenário 6, para debater a carga horária semanal dos operadores de segurança pública – policiais, bombeiros, guardas municipais, entre outros. O assunto é tratado pelo Projeto de Lei 5799/09, do ex-deputado Capitão Assumção, que limita a carga horária desses profissionais a 6 horas diárias ou 30 horas semanais.

Foram convidados:

- o representante do Departamento de Polícia Rodoviária Federal Adriano Furtado;

- o representante do Colégio de Secretários de Segurança Pública (Consesp) Aloysio Franco de Oliveira;

- o presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares (CNCG PM/BM), coronel Álvaro Batista Camilo;

- o presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Marcos Vinício de Souza Wink;

- o presidente da Associação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais, Ernane Ribeiro Pitangui;

- o presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), Jânio Bosco Gandra;

- o presidente em exercício da Associação Nacional de Entidades de Praças Militares Estaduais (Anaspra), Pedro Queiroz; e

- o representante das guardas municipais Maurício Domingues da Silva.

Para o deputado Delegado Waldir (PSDB-GO), que sugeriu o debate, o projeto em discussão é complexo e “poderá ocasionar graves consequências na administração da segurança pública do País”. Para ele, a proposta “impede aos policiais avanços importantes em direitos e condições de trabalho”.

Em conjunto com o PL 5799/09, também tramita o Projeto de Lei 6399/09, do deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que prevê carga horária semanal máxima de 48 horas para policiais militares e bombeiros militares.

Íntegra da proposta:

PL-5799/2009

Da Redação/DC
 

Salário de deputados e PEC 300 são temas mais comentados na Ouvidoria


A Ouvidoria da Câmara recebeu, entre abril de 2010 e abril de 2011, 7.046 mensagens pelo serviço Fale com a Ouvidoria. Na maioria das mensagens, os cidadãos se manifestaram sobre o funcionamento da Câmara e sobre temas da pauta de votações, como o aumento do salário dos parlamentares (706 mensagens) e o piso salarial dos policiais militares – PEC 300 (488 mensagens).


Também foram recebidas 223 mensagens a respeito do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que fez declarações polêmicas em um programa de televisão, e 161 sobre o fator previdenciário. Outro tema comentado foi a licença-maternidade de 180 dias, com 137 mensagens.

Ouça matéria da Rádio Câmara sobre o assunto.

Ouvidoria nos estados

Além de receber mensagens dos cidadãos, a Ouvidoria da Câmara decidiu promover neste ano audiências públicas nos estados para ouvir a população sobre temas em discussão na Câmara. A primeira audiência ocorreu em 29 de abril, no Rio de Janeiro, quando mais de 300 pessoas apresentaram suas opiniões sobre temas como combate ao crack, homofobia, segurança pública e reforma política. A próxima audiência será realizada em Manaus (AM), em 17 de junho.

As reuniões nos estados fazem parte do projeto "A Câmara quer te ouvir!". Segundo o ouvidor da Câmara, deputado Miguel Corrêa (PT-MG), as sugestões feitas pela sociedade poderão se transformar em projetos de lei e tramitar no Congresso.

Outra ferramenta para promover a participação popular nos assuntos da Câmara é o portal e-democracia, que permite ao cidadão participar de fóruns e bate-papos, responder a enquetes e contribuir para a elaboração de projetos de lei.

Reportagem – Verônica Lima/Rádio Câmara

Edição - Pierre Triboli
 

Governo do Acre convoca força nacional de segurança

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Guarda vai atuar no policiamento ostensivo em todo o Estado, enquanto durar a greve da polícia militar.

Um  contingente de cerca de 70 militares da Força Nacional Segurança desembarcou no aeroporto internacional de Rio Branco no Acre, na noite deste sábado (14/05), para garantir a segurança da população. A medida foi adotada pelas autoridades do Estado, em decorrência da greve dos policiais militares e bombeiros. Os grevistas pleiteiam uma equiparação salarial comparada com a corporação de Brasília, capital do Distrito Federal – DF, além da aprovação da PEC – 300, que tramita atualmente no Congresso Nacional.
O governador Tião Viana solicitou ao Ministério da Justiça e ao Ministério da Defesa a presença da Força Nacional para dar um ponto final à greve na corporação acreana, desencadeada desde a última sexta–feira. Este contingente ficará responsável pelo policiamento ostensivo das ruas, enquanto durar o movimento dos grevistas em todo o Estado.

PEC 300 - CONVITE ESPECIAL

 
 
Caros amigos,
 
é com imensa satisfação que convido a todos e a todas para a solenidade de lançamento e posse da mesa Diretora da FRENTE PARLAMENTAR DE APOIO A PEC 300 que ocorrerá no dia 31 de maio às15h no Auditório Freitas Nobre, Anexo IV-subsolo Câmara dos Deputados.
 
A composição da mesa será:
I
Presidente
Deputado Otoniel Lima PRB/SP
II
Vice-Presidente
Deputado André Moura  PSC/SE 
III
2º Vice-Presidente
Deputado Arnaldo Faria de Sá  PTB/SP 
IV
Secretário Geral
Deputado Mendonça Prado  DEM/SE 
V
2º Secretário
Deputado Delegado Protógenes  PCdoB/SP 
VI
3º Secretário
Deputado Lincon Portela  PR/MG 
VII
4º Secretário
Deputada Perpétua Almeida – PcdoB/AC
VIII
Consultor Jurídico
Deputado Fernando Francischini – PSDB/PR
 
 
Segundo o Estatuto da Frente Parlamentar:

"Art. 2º A Frente Parlamentar de Apoio a PEC 300 tem por objetivo apoiar e dar celeridade na votação da PEC 300.

Art. 3º A Frente Parlamentar de Apoio a PEC 300 atuará em defesa dos seguintes princípios:

I - Valorização do trabalho dos profissionais de segurança pública (art. 144 da CF);
II – Capacitação dos profissionais de segurança;"
 
 
Contamos com a presença de todos!!!
 
 

Otoniel Lima
Deputado Federal  - PRB/SP

Comissão da PEC 300 parada por conta do PT e PSDB

A PEC 300 e outras tantas proposições tramitando dentro da Câmara dos Deputados está impossibilitada de ser votada haja vista que o Presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia, utilizando-se ardilosamente de um artifício próprio do Regimento Interno da casa, colocou todas as proposições em um mesmo balaio e, conforme já denunciado nesse blog, com o objetivo de travar a PEC 300, pormenorizou a criação de uma Comissão Especial para se analisar “segurança pública num contexto muito mais amplo”.

Como se isso já não bastasse, o partido do governo (PT) e o maior partido da oposição (PSDB) estão protelando a indicação de seus parlamentares para a participação nessa Comissão. Sem a complementação dos indicados dentro desses dois partidos esses trabalhos não tem como serem iniciados.

Em conversa pessoal nessa última quarta (11), na Comissão de Segurança Publica e Combate ao Crime Organizado, o deputado Arnaldo Faria de Sá, o autor da PEC 300/2008 confirmou essa falta de parlamentares dos dois maiores partidos dentro da Câmara. Ele analisa que essa barreira criada pelo Presidente Marco Maia para distanciar a PEC 300 da ordem do dia, ou seja, da conclusão da votação do piso salarial nacional, é um mero obstáculo que tem que ser vencido.

O deputado narra que criando-se a nova Comissão, em primeiro lugar, o seu objetivo e o dos demais deputados que a compuserem é de tirar a PEC 300 dessa cumbuca. Em segundo lugar pede para que as manifestações em todos os estados não parem. Frisa ainda que o dia 31 de maio será marcante para que esses objetivos sejam alcançados.
 
Fonte: http://www.capitaoassumcao.com/

SEGURANÇA - Governo não tem radiografia da situação atual, diz secretária de Segurança Pública

 


A secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Maria Miki, disse que o governo federal não conta com uma radiografia atual da situação da criminalidade no País. Ela considerou lastimáveis as dificuldades enfrentadas na elaboração do Mapa da Violência 2011, como a falta de informações dos dois últimos anos e a inexistência de um sistema de dados nacional sobre segurança pública.

Como não existe um banco de dados central com essas informações, o relatório teve que se basear nas certidões de óbito do Ministério da Saúde. “Estamos tentando implementar esse sistema nacional, pois só assim teremos um diagnóstico preciso para orientar as políticas públicas”, disse.

O futuro sistema de informações sobre o tema deve reunir em tempo real dados sobre a violência em todos os estados. Atualmente, segundo a secretária, as administrações estaduais não conseguem repassar para o governo federal todas as informações de boletins de ocorrência. “Precisamos de dados atualizados para a política funcionar”, explicou.

Segundo o deputado Fernando Francischini (PSDB-PR), que também solicitou o debate, o governo precisa ter um instrumento de medição para balizar e analisar os objetivos do setor de segurança pública a fim de melhor destinar recursos para combater a violência.

Fonte: Agência Câmara