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RIO - OPERAÇÃO PADRÃO - 07 SET 2011 - POLÍCIA MILITAR - CORPO DE BOMBEIROS - POLÍCIA CIVIL .

O governo Sérgio Cabral (PMDB), após quase cinco anos de duração, continua tratando muito mal o funcionalismo público, o que tem provocado algumas mobilizações cobrando salários justos e melhores condições de trabalho, todas ainda sem resultados concretos.
Sérgio Cabral (PMDB) prometeu na campanha eleitoral de 2006 e até a presente data nada cumpriu.
Infelizmente, Cabral não muda, segue tratando mal o funcionalismo e não raramente ofende funcionários públicos.
Diante desse impasse e após as grandes mobilizações dos Bombeiros Militares e dos profissionais da Educação Pública, confesso que não vejo mais qualquer alternativa na área da segurança pública que não seja partir para uma ação organizada de protesto em conjunto, envolvendo a PMERJ, a PCERJ e o CBMERJ.
Nessa direção apresentei no blog a ideia da realização de uma Operação Padrão conjunta, iniciando no dia 07 SET 2011, às 08:00 horas, só terminando quando os nossos anseios forem atendidos.
Penso que os grupos mobilizados, os clubes, os sindicatos e as associações devem analisar essa possibilidade com seriedade, convocando os sócios e os mobilizados para em assembleias discutir sobre o desencadeamento ou não.
No nosso espaço, tenho ao longo do tempo feito uma distinção, meramente didática, entre Operação Padrão e Operação Tolerância Zero, considerando que na prática elas se confundem.
Em apertadíssima síntese, na Padrão exigimos o cumprimento de todas as regras para o desempenho dos serviços (carteira de habilitação na categoria correta, EPIs em condições adequadas, etc), por sua vez, na Tolerância Zero, reprimimos qualquer ilícito encontrado nas ruas (jogo dos bichos, etc) conduzindo para as delegacias policiais.
Eis uma definição:
"Operação-padrão (ou greve de zelo em Portugal): Consiste em seguir rigorosamente todas as normas da atividade, o que acaba por retardar, diminuir ou restringir o seu andamento. É uma forma de protesto que não pode ser contestada judicialmente, sendo muito utilizada por categorias sujeitas a leis que restringem o direito de greve, como as prestadoras de serviços considerados essenciais à sociedade, por exemplo. É muito utilizada por ferroviários, metroviários, controladores de vôo e policiais de alfândega, entre outros" (Wikipédia).
Leiam essa matéria sobre o tema:
JC Online
Pernambuco
PMs iniciam operação-padrão
A partir desta segunda-feira (9), militar só trabalha seguindo à risca o que dizem as normas. Medida é para pressionar Estado a aumentar salário
Publicado em 09/05/2011, às 08h16
Policiais militares de Pernambuco iniciam nesta segunda-feira (9) uma operação-padrão, a chamada greve branca (...).
(...)
A operação-padrão é a última tentativa de pressão para que o governo apresente uma nova proposta. Na prática, as seis associações que representam os integrantes da categoria decidiram que os policiais que estiverem na rua vão seguir ao pé da letra o que manda as normas técnicas. Um dos pontos é em relação aos motoristas das viaturas. Segundo o comando da categoria, apenas aqueles que tiverem carteira de habilitação D ou E estão aptos a dirigir.
Além disso, apenas os motoristas que passaram por capacitação específica podem conduzir as viaturas. Outro exemplo é a utilização de coletes à prova de balas. Os policiais só vão participar das rondas se o equipamento de proteção estiver com menos de cinco anos de uso. A operação-padrão também modifica a conduta dos policiais militares durante as abordagens. De acordo com o sargento Ricardo Lima, da Associação dos Subtenentes e Sargentos de Pernambuco, será adotada a tolerância zero. "Isso significa que todas as ocorrências serão levadas à delegacia. Em abordagens a veículos particulares, todos os itens serão checados", explicou. Na sexta-feira, antes da assembleia, policiais realizaram passeata pelas ruas do Centro e fizeram o enterro simbólico do Pacto pela Vida, programa de segurança pública do Estado.
(...)
Eu não tenho dúvida, a hora é de exercermos a nossa cidadania plena e exigir os nossos direitos.
Desencadear a Operação Padrão, associada ou não à Operação Tolerância Zero, deve ser o próximo passo. Além disso, temos que começar a organizar os movimentos grevistas, respeitando a legislação e garantindo a prestação de serviço nos limites impostos pela lei.
É hora de agir.
Idealismo, destemor, amor corporativo e interesse público devem ser os nossos nortes.

JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

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