
A Proposta de Emenda Constitucional de nº 300 (a PEC 300) está sendo implantada na tarde desta terça-feira (31), em Brasília. A proposta prevê um piso salarial para policiais militares. No entanto, ainda não se sabe de quanto seria esse piso, segundo o deputado estadual Capitão Tadeu (PSB). Em entrevista ao Política Hoje, o deputado, um dos defensores da aprovação da proposta, afirmou que a iniciativa é de grande relevância para a segurança pública.
“É importante para a segurança pública estabelecer um piso nacional para os policias militares para dar condições de dignidade a esses profissionais. Ainda não há nada de concreto quanto ao piso salarial, mas fala-se em R$ 3,5 mil. Isso para compensar o risco que um soldado corre nas ruas”, disse.
Ainda de acordo com Capitão Tadeu, é possível que o governo do Estado tenha verba para assumir o aumento, mas seria necessário um suporte do governo federal. “Eu acho que o governo estadual tem condições de pagar o aumento, é só uma questão de prioridade. A proposta é que o governo federal seja parceiro nisso”, argumentou. Para Tadeu, o aumento de salário para os policias militares não resultaria num efeito cascata, dado que o momento é de discussão em torno dos profissionais de segurança pública e que não se trata de comparar profissões.
Amanda Barboza
“É importante para a segurança pública estabelecer um piso nacional para os policias militares para dar condições de dignidade a esses profissionais. Ainda não há nada de concreto quanto ao piso salarial, mas fala-se em R$ 3,5 mil. Isso para compensar o risco que um soldado corre nas ruas”, disse.
Ainda de acordo com Capitão Tadeu, é possível que o governo do Estado tenha verba para assumir o aumento, mas seria necessário um suporte do governo federal. “Eu acho que o governo estadual tem condições de pagar o aumento, é só uma questão de prioridade. A proposta é que o governo federal seja parceiro nisso”, argumentou. Para Tadeu, o aumento de salário para os policias militares não resultaria num efeito cascata, dado que o momento é de discussão em torno dos profissionais de segurança pública e que não se trata de comparar profissões.
Amanda Barboza
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