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Policiais farão mobilização em toda PB e recorrerão na Justiça se PEC for considera ilegal


15/01/2011 

O coronel Francisco, presidente do Clube dos Oficiais, informou neste sábado (15) que o movimento pelo pagamento da PEC 300 está se programando para fazer manifestações em todas as grandes cidades do estado, caso o governo do estado não pague o que está prevista no Lei.
Já está agendada uma reunião para está terça-feira (18), às 19h, na Caixa Beneficente, para definir as novas diretrizes do fórum que reúne as várias categorias, desde o policial militar e civil, até o agente penitenciário, passando pelos delegados de polícia. “A gente tem notado uma insatisfação muito grande em todos os níveis da polícia militar, de soldado a coronel. O pessoal anda muito insatisfeito. O governo não chamou ninguém para conversar e existe uma insatisfação muito grande, não sei em que ponto isso pode chegar”, diz o coronel.
Segundo o presidente do Clube, caso o justiça considere o pagamento ilegal, eles irão recorrer. “A assessoria jurídica da Clube e da classe já está se habilitando no processo para poder entrar com recurso”, disse. No entanto, o movimento não pensa em ir para a frente da Justiça cobrar uma posição favorável.
“Não vamos fazer nenhuma movimento contra a justiça. Nosso entendimento é de forma que a lei tramitou de forma legal, a própria Assembléia passou na Comissão de Justiça, foi votado, o governo aprovou. Agora o governo está atacando a polícia militar. Não tem nada a ver, se foi alguém que fez errado não foi a gente não. Foi feito o trâmite que qualquer Lei tinha quer fazer. Acho que a gente está pagando uma coisa que não é nossa”, desabafa
100% da receita – Em relação ao argumento do estado de que o pagamento da PEC comprometeria 100% da receita, o coronel Francisco acha que esta é apenas uma parte da verdade.
“Dizer que o aumento é 100% é uma meia verdade. Tem alguns postos que podem até chegar a isso. Mas esse aumento vai acontecer em dois anos. Isso foi um planejamento feito. Vai ser parcelado e nosso entendimento é que há disponibilidade no caixa e o estado comporta. Em março de 2008 fizemos um acordo com o governo e isso nos deu um aumento também escalonado, em três anos. Tivemos dois aumentos em 2008, em abril e dezembro; dois em 2009, em abril e setembro; e dois em 2010, em abril e setembro. A lei que estão apelidando de PEC nos dá esses aumentos também, de forma parcelada, como já vinha sendo em acordos anteriores”, argumenta.
Segundo o coronel, o movimento tem se preocupado com a forma como o governo tem lidado com a questão, dizendo que o pagamento vai inviabilizar o estado. “Tivemos o primeiro movimento do fórum de entidades. Vai ter outra reunião terça-feira e, infelizmente, até hoje, não tivemos nenhum chamamento para a gente conversar. Diferente do que estão dizendo, que radicalizamos, isso é mentira. Estamos aguardando, o movimento foi muito claro. Vamos fazer outra reunião com as entidades e se não tiver nenhuma resposta vai ser marcada uma movimentação coordenada em várias cidades”, finaliza.

Fonte: Paulo Dantas

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