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ONG Viva Rio se alia ao governo para inventar mentiras

Ontem foi noticiado o alto índice divulgado por pesquisa do jornal O Globo que ressalta que nosso país possui 7,6 milhões de armas ilegais.
Infelizmente, nossa pátria, assim como tantas outras, vive uma onda de atentados provocados pelo narcotráfico já instalado no país.
Operações realizadas pela Polícia Federal e Estadual, como ocorreu recentemente no Estado do Rio de Janeiro, conseguem apreender números consideráveis de armas ilícitas. Tanto armamentos considerados de baixo calibre, quanto armamentos exclusivos das forças armadas de diversos países.
Os dados fazem parte do Mapa do Tráfico Ilícito de Armas no Brasil e do Ranking dos Estados no Controle de Armas apresentados na segunda-feira (20) pelo ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, através de estudos realizados em parceria com a organização não governamental Viva Rio, por meio do coordenador do projeto, Antônio Rangel Bandeira.
Nas últimas apreensões realizadas no Rio de Janeiro, descobriu-se que as armas aprendidas não só eram de origem estrangeira, como também, verificou-se que sua grande maioria estava sendo produzida no próprio país. As armas apreendidas de fabricação estrangeira não chegam a 20% do total.
Significa dizer: o número de armas vendidas no país legalmente, e que caem nas mãos dos marginais, é muito superior em relação ao número de armas advindas das fronteiras de nosso país.
Acontece que esse cidadão, Antônio rangel Bandeira, da ONG Viva Rio, metido a sabichão, apesar de participar de uma organização séria, vem apontar os seus canhões para os Policiais e Bombeiros Militares, dizendo que são eles, em parte, os responsáveis pelo repasse de armas legalmente adquiridas aos marginais.
A afirmação do coordenador chega a ser cômica, digna de uma comédia pastelão dos “Os Três Patetas”. Diz, em seus devaneios, que policiais, por não terem salário digno com suas funções, adquirem armamento a preço de fábrica no intuito de revender, de forma ilegal, “fazendo disso um comércio”.
O que esse coordenador da pesquisa não sabe, ou finge não saber para aparecer na televisão, representando a sua comédia sem graça, é que o policial e o bombeiro, além de receber treinamento rigoroso, para adquirir armamento precisa registrar a compra da arma no devido departamento de apoi logístico de sua Corporação, onde constam os dados completos da arma e do seu número de série. Além disso, o militar pode ser responsabilizado, integralmente, pela perda, roubo ou transferência da arma adquirida.
Antônio rangel Bandeira, dessa ONG Viva Rio, que se diz coordenador de pesquisa, deveria então, antes de afirmar um posicionamento esdrúxulo desses, pesquisar mais a respeito e se informar como é feita a venda de armamento aos nobres bombeiros e policiais e se é tão simples como ele afirma ser.
A ignorância do coordenador é tamanha, que o trabalhador dE segurança pública é tão responsável pelo armamento adquirido que o mesmo sofre todas as sanções administrativas e jurídicas quanto ao não zelo de seu armamento.
Parece até cômodo jogar a culpa nos Trabalhadores de Segurança Pública pela venda ilegal de armamento, já que o tema do momento é a falácia que o governo apresenta ao afirmar que haverá um rombo nos cofres públicos caso a PEC nº 300/2008 fosse aprovada.
O engraçado, para não dizer triste, é que alegam tanto que policial não precisa de mais dinheiro, já que foram treinados para “servir e morrer” e ao mesmo tempo, sem a segurança exercida por esses profissionais o país cairá na desgraça da criminalização do tráfico ilícito de entorpecentes.
Se não bastasse esse descaso com a categoria policial, que está jogada as traças, afirmar tal posicionamento da venda ilícita de armamento pelo policial é o mesmo que entrar em contradição, pois se o coordenador, se assim realmente quer ser chamado, pois parece mais diretor e ator de filmes do tipo “Comédia Pastelão”, afirma que o policial compra pelo preço de custo para revenda, não seria mais fácil omitir o números de apreensões de armas nas favelas do Rio de Janeiro para revendê-las? Assim ao menos não se pagaria o preço de custo, pois elas sairiam de graça.
Alias, para finalizar a “triste comédia”, façamos o seguinte, adotando a linha de pensamento do comediante, sem graça por sinal, da ONG Viva Rio: já que Policiais e Bombeiros Militares adquirem armas para a revenda no mercado negro, vamos desarmá-los! Vamos equipá-los com tortas de maçã para jogar na cara dos bandidos e marginais, fazendo-os rir, e, porque não, na cara dos arremedos de diretor das já ultrapassadas comédias pastelão.
O Policial, apesar do baixo salário que percebe ao final do mês, zela pelo juramento feito no ato de sua posse, zela por sua coragem de enfrentar o criminoso, dá a sua vida pelo filho alheio e, em troca, recebe acusações infundadas e sem nexo, inconseqüentes e que em nada ajudam para a consecução da paz e harmonia social, tão desejados pelos cidadãos de bem.
Portanto, fica mais fácil e mais casuístico responsabilizar o bombeiro e o policial torpedeando a sociedade com mentiras como essa que o policial já tem seus meios ilícitos de conseguir aumentar a sua renda do que se discutir propostas legais de melhoria salarial, como é o caso a PEC nº 300/2008. Resgatar a PEC nº 300, ninguém quer fazer.

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